Por que você não deve recolher e levar pra casa as conchas do mar

As conchas que aparecem vazias na areia da praia, antes abrigaram seres vivos como moluscos e animais de corpo mole, servindo como carapaças protetoras ou esqueletos externos para eles. Mesmo vazias, elas ainda continuam desenvolvendo um papel importante para o equilíbrio do ambiente no qual se encontram. Veja por que não é uma boa ideia recolher e levar para casa as conchinhas do mar, por mais bonitinho ou inocente que este gesto pareça ser.

O carbonato de cálcio é um nutriente que faz parte da constituição das conchas. Estas são muito úteis ao meio-ambiente e ao ecossistema, pois têm diversas finalidades:

  • servem para promover a estabilidade do ambiente marinho;
  • servem como materiais para construção de ninhos de aves;
  • como substrato para as plantas marinhas;
  • de abrigo para as algas e de carapaça de proteção para os caranguejos-ermitões.

A remoção das conchas da praia altera, de forma prejudicial, os habitats marinhos, provocando os seguintes desequilíbrios:

  • diminuição dos organismos e seres que dependem das conchas;
  • aumento da erosão nas praias;
  • produz o impedimento do reaproveitamento do carbonato de cálcio pela vida marinha.

A retirada de conchas da praia tem causando impacto ambiental em várias partes do mundo. Um exemplo disso é a Espanha, que devido à excessiva retirada das conchas da praia. teve como consequência a diminuição dos peixes.

Para ampliar esse assunto, a Rádio Amazônia apresentou em seu programa Tarde Nacional – Amazônia, uma entrevista com a bióloga Camila Domit, da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza, para falar sobre a importância de conservar as conchas no ambiente, pois beneficiam a natureza e outros organismos.

Se cada turista levar uma ou mais conchas…

Ao andar à beira mar, tem épocas que aparecem várias conchas vazias na areia devido à ressaca do mar, e as pessoas as levam para casa, como uma espécie de recordação do passeio e da viagem. Entretanto a retirada das conchas da natureza, prejudica o ambiente natural.

Segundo a bióloga entrevistada, as conchas compõem a biodiversidade marinha, contribuindo para nutrir os seres vivos e para manutenção do ecossistema marinho.

A respeito disso, ela deu a seguinte explicação:

“A concha conforme vai se decompondo, contribui com o aumento da quantidade de carbonato e de cálcio no ecossistema marinho.

O carbonato de cálcio é essencial para a formação de ossos, para este fortalecimento, então vários organismos dependem do ciclo biogeoquímico desse composto pra composição de novos organismos.”

Façamos a seguinte análise, com centenas de pessoas frequentando e passando férias no litoral: se cada turista levar uma ou mais conchas da praia, isso reduzirá a incidência delas na areia, provocando desequilíbrio no meio aquático.

Por isso é importante a prática da educação ambiental e do turismo ecossustentável para termos contato com a Natureza, sem interferir e prejudicar sua biodiversidade.

Em vez de coletar a concha da praia para levar de recordação, tire uma foto da paisagem. Dessa forma você não irá causar danos à vida marinha.

Tóquio 2020/2021 – As Olimpíadas da Sustentabilidade

As Olimpíadas e Paralimpíadas Tóquio 2020 terão como conceito: “Seja melhor, juntos, para o planeta e as pessoas”. Assim, os benefícios dos jogos serão destinados não apenas aos esportistas, mas também ao meio ambiente, à sociedade e à economia.

Os jogos contarão com um Código de Compras Sustentáveis, que assegura a sustentabilidade em toda a cadeia de suprimentos, serviços e produtos licenciados. O pódio da cerimônia de premiação será impresso em 3D com plástico reciclado recolhido em lojas de varejo, escritórios e escolas, como parte de uma campanha educativa com foco no consumo responsável e reciclagem.

As medalhas serão feitas com a reciclagem de lixos eletrônicos descartados pela população japonesa. Mais de 6 milhões de telefones e quase 80 mil toneladas de aparelhos eletrônicos foram arrecadados, desmontados, fundidos e refinados para criar as variações de ouro, prata e bronze.v

A eletricidade usada nos jogos virá de fontes renováveis, como solar, biomassa e hídrica. As medidas de eficiência energética incluem a instalação apenas de luzes LED em todos os locais do evento.

O transporte de emissão zero também será usado, incluindo ônibus de célula de combustível, ônibus autônomos de bateria e empilhadeiras movidas a hidrogênio, que serão usadas para mover itens pesados ​​pelos locais olímpicos.
A tocha olímpica foi produzida com resíduos de alumínio de uma caixa temporária construída após o terremoto e tsunami de 2011. Os uniformes usados ​​pelos funcionários estão sendo feitos de poliéster derivado de garrafas recicladas.

A praça da vila olímpica está sendo construída com madeira de origem sustentável doada por autoridades locais em todo o Japão. Após os jogos, a madeira será reaproveitada como bancos públicos ou na construção de prédios públicos.

O sonho de Tóquio 2020 de ser os Jogos Olímpicos de menor emissão de todos os tempos se estende até onde os atletas dormirão: os colchões das 18 mil camas que serão utilizadas são de papelão reciclável.

Tudo isso faz parte de um esforço do Comitê Olímpico para reduzir a pegada de carbono do evento. Estima-se que os jogos do Rio de Janeiro de 2016 tenham emitido 4,5 milhões de toneladas de CO2. Os de Londres, em 2012, geraram 3,3 milhões de toneladas. Tóquio quer bater este recorde e prevê uma emissão de não mais que 2,93 milhões de toneladas de CO2.

O plano de Tóquio de fazer de 2020/2021 as “Olimpíadas verde” é um esforço do Japão pela realização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Ao apresentar modelos e soluções para desafios globais de sustentabilidade, o anfitrião espera, cada vez mais, envolver seus cidadãos nas questões de mudança climática na expectativa de que esses esforços continuem mesmo depois dos jogos.

Outros bons exemplos para seguir

Mas não é necessário um evento dessa magnitude para trazermos a sustentabilidade ao nosso dia a dia e nem é preciso que órgãos públicos liderem iniciativas em prol dessa bandeira. Todos nós podemos iniciar um projeto que ajude a reduzir os impactos no planeta. O melhor momento para isso? Agora. Onde? Aí mesmo, onde você está neste momento. Sustentabilidade é, acima de tudo, atitude e se nós não nos conscientizarmos, não teremos um futuro sustentável.

Pensando nisso, a Braskem em parceria com a Dinâmica Ambiental criou o Programa de Reciclagem de Copos Descartáveis, que fomenta a valorização de resíduos plásticos ao longo de toda a rede produtiva, incentiva o descarte correto e orienta organizações a instituírem melhores procedimentos de logística reversa para o destino correto de copos descartáveis após o seu uso.

Esses materiais são coletados nas empresas participantes, retornam para a indústria e, com o apoio das empresas CopobrasAltacoppoUnigel e Innova, são transformados em novos produtos, fortalecendo a economia circular. Educar as pessoas a fazer o certo pelo planeta é uma responsabilidade de todos. Entre em contato agora mesmo e saiba como trazer a sua empresa para o Programa de Reciclagem de Copos Descartáveis!

FONTE: https://www.pensamentoverde.com.br/im-green/toquio-2020-2021-as-olimpiadas-da-sustentabilidade/

Slow fashion: UMA X e Onda Eco se unem em lançamento ecológico

Uma collab de respeito (ao planeta)

por Carol Vosgerau Gusi

Que a moda e a sustentabilidade estão caminhando cada vez mais juntas, todos já sabemos. Seguindo essa tendência, a UMA X, marca liderada por Vanessa Davidowicz, primogênita da fundadora e designer da marca Raquel Davidowicz, lança uma linha trazendo design apurado, com muito significado, transparência, responsabilidade e relevância.

As peças são all-gender e, o mais interessante, o tingimento é feito por meio de um processo botânico, artesanal e ecológico exclusivo, resultando em um efeito tie dye. De acordo com a marca, cada peça leva 75 horas para ser tingida. Na etapa final da confecção, mais precisamente na lavagem realizada antes das peças irem para as araras, a UMA X contou com a participação da Onda Eco, marca de produtos de limpeza com fórmulas 100% naturais, biodegradáveis, hipoalergênicas e veganas.

(Foto: divulgação)

Essas características permitem manter o pH neutro e auxiliam na conservação dos tecidos, prolongando a vida útil das roupas. Além disso, evitam a eliminação de branqueadores ópticos, hidróxido de sódio, ácido sulfônico (derivado de petróleo) e controladores de pH agressivos, potencialmente prejudiciais ao meio ambiente. A coleção também irá contar com uma embalagem pensada para proteger as peças e preservar a estampa do contato excessivo com a luz solar.

O novo drop da UMA X já está disponível no e-commerce e nas lojas UMA de São Paulo e Rio de Janeiro. E para quem já é fã dos produtos da Onda Eco como eu, todas as peças da coleção acompanham um mini lava roupas. Se você ainda não conhece, essa é uma ótima oportunidade.

(Foto: divulgação)

Código de ética e conduta Onda Eco

Código de Ética e Conduta valores e propósitos que guiam a equipe Onda
A ética, assim como a sustentabilidade, guia todos os passos dados pela Onda. Pensando nisso, foi elaborado o primeiro Código da marca, trazendo orientações e diretrizes de deveres e comportamentos que devem ser seguidos por toda a equipe Onda, assim como demais colaboradores e empresas parceiras.
Confira alguns tópicos trazidos pelo Código de Ética:
• Manifesto Onda Eco
• Responsabilidade Social e Ambiental
• Meios para tornar o meio de trabalho inclusivo
• Políticas de Sustentabilidade
• Formas de comunicação com clientes
• Objetivos de marketing e publicidade

O quinto oceano

a National Geographic Society, organização científica e educacional que é referência global em mapeamento, reconheceu oficialmente o quinto oceano do Planeta Terra.

após muitas discussões acadêmicas e científicas, o que contribuiu para a definição foi a presença da Corrente Circumpolar Antártica, que flui do leste para o oeste. essas águas são mais frias e menos salgadas do que os oceanos que ficam ao norte. por conta disso, o novo Oceano Antártico é singular e merece ganhar a atenção necessária.

isso significa mais do que uma grande mudança geográfica: é um convite para alertar o mundo inteiro sobre o fato de que as águas dessa região estão se aquecendo muito rapidamente e virando um depósito de lixo. e aí, vamos mudar hábitos desde hoje para preservar todos os oceanos?

Fonte: Exame

Relatório de Sustentabilidade Onda Eco -Maio

Transparência é algo sério e importante para nós da ONDA. Pensando nisso, decidimos elaborar
relatórios super acessíveis e preparados com carinho para manter você sempre por dentro do que
acontece por aqui.
Nos inspiramos nos 3 pilares da sustentabilidade (pessoas, planeta, produção) para trazer, em cada
uma dessas páginas, novidades sobre esses temas.
Essa é a forma que escolhemos para dividir com você as nossas conquistas, nossas metas e também
os desafios que enfrentamos, afinal de contas, estamos todos os dias tentando ser ainda melhores
social, ambiental e economicamente. Esperamos que gostem

Ecobag, a sacola ecológica, precisa ser usada por todos

Desenvolvida exclusivamente para substituir as sacolas de plástico, a ecobag pode ser encontrada de diferentes materiais. São reutilizáveis e totalmente ecológicas, pois basta uma lavagem para ser utilizada novamente. Sua durabilidade é bem alta e o planeta com certeza, agradece.

Se você está com medo de substituir a sacola plástica que está acostumado a usar quando vai ao mercado, por medo que uma ecobag não suporte o peso, esquece!

A ecobag é super resistente e consegue suportar muito peso, mais do que a sacolinha de plástico consegue. Para você ter uma ideia, uma dessas sacolas ecológicas consegue suportar o peso de até oito sacolas comuns. Muita coisa não é mesmo? Então, não a menospreze, vale a pena experimentar!

Infelizmente, o ser humano ainda não se conscientizou sobre a importância de preservar o meio ambiente. No Brasil, segundo o Ministério do Meio Ambiente, o consumo médio de sacolas plásticas é de 1,5 milhão por hora. Essa informação é totalmente assustadora, principalmente se pararmos para pensar que uma sacola plástica demora 100 anos para se decompor.

O mundo e o país ainda precisam melhorar muito, pois o descarte dessas sacolas ainda é feito de maneira incorreta. Não existe a coleta seletiva e nem campanhas para a sua reutilização. Promover a conscientização para o uso de ecobags pode ser o melhor caminho de preservação e sustentabilidade.

O que é uma ecobag e quando ela foi criada?

Ecobag é uma sacola que foi criada e confeccionada com a intenção de ajudar na preservação do meio ambiente. Utilizar um produto com esse tipo de conceito nos ajuda a repensar sobre os hábitos que estamos levando na vida. Ou seja, ela contribui para a modificação de alguns deles.

Manter um planeta limpo requer algumas atitudes importantes do ser humano. A redução da produção de sacolas plásticas é uma delas. Quem procura por um estilo de vida mais saudável e sustentável pode começar trocando as sacolas de plástico por uma mais ecológica.

As ecobags implementam os 2Rs importantes do conceito de sustentabilidade. Um deles é o “Reduzir”, ou seja, diminuir o consumo de objetos e produtos de plástico. O outro é o “Reutilizar”, que nada mais é o de utilizar um produto diversas vezes antes de descarta-lo.

A dúvida na hora de começar a usar esse tipo de produto é em relação ao seu poder de suportar peso. Na prática, essas sacolas sustentáveis são muito mais fortes que as de plástico comum. E você não corre o risco de ficar com as compras nas mãos como acontece com as sacolas de plástico que sempre estouram quando coloca muitas compras nela.

Se não tomarmos uma atitude em relação a preservação do planeta, infelizmente ele não vai suportar até as próximas gerações. A mudança de hábitos e o despertar de uma nova consciência é sem dúvidas, o que o planeta precisa para sobreviver.

A ecobag é sustentável mesmo?

A resposta é sim! Existe uma estimativa que a durabilidade de uma ecobag é de aproximadamente 5 anos. Isso é muito significativo se compararmos com o consumo das sacolas de plástico que pode chegar até mil por pessoa.

Utilizar uma sacola reutilizável e sustentável diminui a produção de lixo. Pois pode ser usada diversas vezes, basta lavar. Com a diminuição do impacto ambiental, todos os seres vivos saem no lucro. Afinal de contas, destruir o planeta é destruir a própria vida também.

Sustentabilidade aliada a economia

Os supermercados e estabelecimentos comerciais já não são mais obrigados em alguns estados brasileiros, a oferecer sacolas de forma gratuita. Ou seja, de acordo com a lei em vigor, esses estabelecimentos ficam obrigados a oferecerem sacolas que foram produzidas com material reutilizável ou biodegradável.

Isso obrigou esses estabelecimentos a cobrar essas sacolas, mesmo que por um custo bem baixo. O preço costuma ser por volta de 0,14, pode parecer pouco, mas se fizer a conta, no final do mês, é um dinheiro que fará falta.

Para não ter que gastar com sacolas, muitas pessoas passaram a usar a ecobag. Os estabelecimentos comerciais inclusive, começaram a vender esse produto de diferentes materiais. Por isso, podemos dizer que esse tipo de sacola reutilizável pode aliar a economia com a sustentabilidade.

A utilização de uma única ecobag pode substituir aproximadamente 8 sacolas de plástico. Isso é ótimo. Outro diferencial é em relação a sua durabilidade que pode ser de aproximadamente 5 anos.

Conheça algumas vantagens da utilização de ecobag

1 – Altamente resistentes

Uma das perguntas que a maioria das pessoas faz é se as ecobags são de fato resistentes. A resposta é sim! É possível colocar muito mais peso nela do que nas sacolas de plástico, por exemplo. Além de serem altamente confortáveis para serem transportadas.

2 – Econômicas

Na maioria dos mercados brasileiros como mencionamos acima, essas sacolas são pagas. Mesmo sendo poucos centavos, em um mês eles podem fazer a diferença no orçamento.

Fora o transtorno de tempo que se perde quando as compras precisam ser colocadas nas sacolas de plástico. A ecobag permite que você concentre todas as suas compras em apenas um único espaço.

3 – Confeccionadas em materiais naturais

Se o material que compõe a sua ecobag for algodão, é certeza que a sua durabilidade será muito grande. E o melhor de tudo não vai causar nenhum impacto no ambiente e ainda poderá ser reciclada ou até compostada quando não tiver nenhum produto químico.

4 – Versáteis

Se você acha que as ecobags devem ser utilizadas apenas para carregar as compras do mercado. Esquece! Existem modelos lindos, com um design totalmente arrojado e diferenciado que permite a sua utilização em diversos ambientes e situações. Você pode usar a sua ecobag no pic nic, na feira, no parque e onde mais tiver vontade.

5 – Influência positiva na vida de outras pessoas

A propaganda é a alma do negócio e muitas vezes nem precisamos falar nada, basta carregar uma ecobag para que ela desperte a curiosidade do observador. Ou seja, você sem querer pode se tornar uma influência positiva para quem te observa. Use a sua influência e inspire outras pessoas com boas ações como essas.

Artigo original: https://sustentavel.com.br/ecobag/

Economia circular: como criar um mundo onde o lixo não existe?

A existência de uma economia circular é um tema muito discutido atualmente que pode ser entendido de forma simples. Pense nos resíduos que são descartados diariamente na sua casa e que poderiam ser utilizados como insumos para produção de novos produtos no mercado. Pense também que, na natureza, todos os resíduos orgânicos que jogamos fora servem como adubo para a terra e as diversas árvores ao redor. Pensou?

A Economia Circular

Assim como você pensou, a principal idéia da economia circular é tirar o conceito de “lixo” que temos já formado em nossa cabeça e substituir por uma visão mais contínua e cíclica de produção, na qual os recursos deixam de ser somente explorados e descartados e passam a ser reaproveitados em um novo ciclo.

O principal motivo pelo qual essa idéia tem tudo a ver com sustentabilidade é que ela se inspira no mecanismo dos próprios ecossistemas naturais. Eles geram os recursos a longo prazo num processo contínuo de reaproveitamento e reciclagem. Dessa forma se une o modelo sustentável com a tecnologia e o comércio global.

Economia circular e logística reversa: o que difere?

A ideia da economia circular anda de mãos dadas com o conceito de logística reversa, já que a base da economia circular seria:

● reuso, por parte do próprio consumidor final;
● remanufatura, a reutilização que consiste nas etapas de desmontagem do produto usado, na limpeza de suas peças, na reparação ou substituição de peças danificadas e em testes de qualidade do produto;
● updating, no caso de produtos eletro-eletrônico;
● remontagem (do produto) que deverá apresentar perfeitas condições;
● reciclagem que em nível industrial é o processo de transformar resíduos ou produtos inúteis e descartáveis em novos materiais ou produtos de maior valor, uso ou qualidade.

A logística reversa, que é um conjunto de meios que leva a coleta e a devolução dos resíduos sólidos ao setor empresarial, está ligada às etapas de remanufatura e reciclagem na economia circular. Ambos esses conceitos estão diretamente ligados à responsabilidade que todos têm pelo ciclo de vida de um produto, para que ele seja reaproveitado em seu ciclo produtivo.

Cada setor envolvido no processo de produção tem um dever na logística reversa. São eles: consumidores devolverem produtos inutilizados em locais específicos; comerciantes instalarem locais para a devolução; indústrias retirarem os produtos e reciclá-los ou reutilizá-los; e governo promover conscientização para consumidores e fiscalizar as etapas.

E onde entra a compensação ambiental?

Para que o processo da formação de uma economia circular seja financeiramente viável é importante considerar a necessidade de custos específicos para cada etapa realizada. Há, então, a compensação ambiental que serve para acrescentar no valor final os custos sociais e ambientais da degradação que o empreendimento gera como um todo. Assim como o crédito de carbono. Ou seja, ela é um mecanismo financeiro para contrabalancear impactos ambientais, de suma importância para a realização da economia circular.

É possível notar que a economia circular não depende apenas das empresas e sim de todos os envolvidos no ciclo de vida de um produto, então, atitudes como a rotulagem ecológica de produtos, disseminação de informações sobre questões ambientais na mídia e cursos oferecidos pelas instituições de ensino são importantes para familiarizar a sociedade com a economia circular. Além disso, é necessário melhorar a eficiência no reaproveitamento de resíduos sólidos e na criação de produtos, aperfeiçoando a composição ou formato que possibilite que o material retorne para a cadeia produtiva.

Circular desde a criação

Um dos meios que podem ser utilizados pela economia circular é a metodologia de design C2C/Cradle to Cradle (do berço ao berço). Ela estabelece a criação de produtos, materiais, componentes e processos industriais por sistemas cíclicos aproveitando ao máximo seu valor. Medidas tomadas para minimizar impactos e reduzir danos através da eficiência de processos produtivos não são mais suficientes para lidar com as questões ambientais atuais, visto que a produção ainda extrai recursos, gerando resíduos (mesmo que em menor quantidade). Então, buscaram-se soluções que tornassem a indústria uma força positiva e não apenas menos destrutiva.

Na abordagem Cradle to Cradle, o processo é saudável e circular, ou seja, os resíduos são introduzidos novamente como nutrientes e, segundo este método, é possível que a natureza, economia e sociedade convivam em harmonia.

Um dos principais fundamentos é ter nutrientes como resíduos. Como isso seria possível? Os materiais e suas propriedades devem ser estudados por meio de um inventário que contém suas respectivas informações, sejam elas saudáveis ou não. Assim, as substâncias não tão benéficas seriam substituídas por outras que sejam positivas. Os produtos a serem usados também devem ser passíveis de se tornarem nutritivos para os metabolismos técnicos e biológicos, tendo um retorno seguro e nutritivo à biosfera. Além disso, outro fundamento importante é a utilização da fonte solar no máximo potencial do sistema Cradle to Cradle, já que é uma energia que entra constantemente e considerada renovável.

Sustentável, inclusivo e acessível

Para alcançar uma economia circular, finalmente, deve-se olhar para o contexto, para a necessidade dos usuários e saber trabalhar o potencial de cada situação, otimizando recursos e resultados. É importante manter os processos sempre inclusivos e acessíveis, além de sustentáveis, tornando-os justos para cada parte da cadeia produtiva.

Artigo original: https://blog.eureciclo.com.br/economia-circular-mundo-lixo-nao-existe

Salve o Ralph: a triste realidade dos animais usados em laboratório

O curta-metragem Salve o Ralph está dando o que falar. O filme está enternecendo o coração das pessoas pois trata do sofrimento que os animais passam nos laboratórios, quando usados como cobaias para testes.

O personagem principal é o coelho Ralph, que durante o transcorrer dessa animação é entrevistado para um documentário, contando como é a rotina dele como cobaia de laboratório.

Esse curta-metragem vem sensibilizando e comovendo as pessoas, a ponto mesmo de provocar choro.

A Humane Society International é a responsável por esta produção, que conta com um elenco internacional de estrelas. Entre estas, o ator Taika Waititi, ganhador do Oscar que faz a voz do coelho Ralph.

Na versão brasileira quem dubla o coelho Ralph e o célebre ator Rodrigo Santoro.

Campanha contra os testes em animais

O objetivo desse curta-metragem é promover uma campanha contra os testes em animais #liberdadesemcruldade

Para tal, evidencia a crueldade dessa prática, usando a história de Ralph que na verdade é o que acontece com inúmeros animais nos laboratórios do mundo inteiro.

O diretor da produção, Spencer Susser, deixa claro o objetivo do curta ao dizer:

“É muito importante que Ralph pareça real porque ele representa os incontáveis animais reais que sofrem todos os dias.”

Agora, segue o vídeo Salve o Ralph:

(AVISO: Suscetível de provocar abalo emocional)

https://youtu.be/AjdMtLF0Z6w

Artigo original: https://www.greenme.com.br/informarse/animais/80818-salve-o-ralph-curta-metragem/

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