Ecobag, a sacola ecológica, precisa ser usada por todos

Desenvolvida exclusivamente para substituir as sacolas de plástico, a ecobag pode ser encontrada de diferentes materiais. São reutilizáveis e totalmente ecológicas, pois basta uma lavagem para ser utilizada novamente. Sua durabilidade é bem alta e o planeta com certeza, agradece.

Se você está com medo de substituir a sacola plástica que está acostumado a usar quando vai ao mercado, por medo que uma ecobag não suporte o peso, esquece!

A ecobag é super resistente e consegue suportar muito peso, mais do que a sacolinha de plástico consegue. Para você ter uma ideia, uma dessas sacolas ecológicas consegue suportar o peso de até oito sacolas comuns. Muita coisa não é mesmo? Então, não a menospreze, vale a pena experimentar!

Infelizmente, o ser humano ainda não se conscientizou sobre a importância de preservar o meio ambiente. No Brasil, segundo o Ministério do Meio Ambiente, o consumo médio de sacolas plásticas é de 1,5 milhão por hora. Essa informação é totalmente assustadora, principalmente se pararmos para pensar que uma sacola plástica demora 100 anos para se decompor.

O mundo e o país ainda precisam melhorar muito, pois o descarte dessas sacolas ainda é feito de maneira incorreta. Não existe a coleta seletiva e nem campanhas para a sua reutilização. Promover a conscientização para o uso de ecobags pode ser o melhor caminho de preservação e sustentabilidade.

O que é uma ecobag e quando ela foi criada?

Ecobag é uma sacola que foi criada e confeccionada com a intenção de ajudar na preservação do meio ambiente. Utilizar um produto com esse tipo de conceito nos ajuda a repensar sobre os hábitos que estamos levando na vida. Ou seja, ela contribui para a modificação de alguns deles.

Manter um planeta limpo requer algumas atitudes importantes do ser humano. A redução da produção de sacolas plásticas é uma delas. Quem procura por um estilo de vida mais saudável e sustentável pode começar trocando as sacolas de plástico por uma mais ecológica.

As ecobags implementam os 2Rs importantes do conceito de sustentabilidade. Um deles é o “Reduzir”, ou seja, diminuir o consumo de objetos e produtos de plástico. O outro é o “Reutilizar”, que nada mais é o de utilizar um produto diversas vezes antes de descarta-lo.

A dúvida na hora de começar a usar esse tipo de produto é em relação ao seu poder de suportar peso. Na prática, essas sacolas sustentáveis são muito mais fortes que as de plástico comum. E você não corre o risco de ficar com as compras nas mãos como acontece com as sacolas de plástico que sempre estouram quando coloca muitas compras nela.

Se não tomarmos uma atitude em relação a preservação do planeta, infelizmente ele não vai suportar até as próximas gerações. A mudança de hábitos e o despertar de uma nova consciência é sem dúvidas, o que o planeta precisa para sobreviver.

A ecobag é sustentável mesmo?

A resposta é sim! Existe uma estimativa que a durabilidade de uma ecobag é de aproximadamente 5 anos. Isso é muito significativo se compararmos com o consumo das sacolas de plástico que pode chegar até mil por pessoa.

Utilizar uma sacola reutilizável e sustentável diminui a produção de lixo. Pois pode ser usada diversas vezes, basta lavar. Com a diminuição do impacto ambiental, todos os seres vivos saem no lucro. Afinal de contas, destruir o planeta é destruir a própria vida também.

Sustentabilidade aliada a economia

Os supermercados e estabelecimentos comerciais já não são mais obrigados em alguns estados brasileiros, a oferecer sacolas de forma gratuita. Ou seja, de acordo com a lei em vigor, esses estabelecimentos ficam obrigados a oferecerem sacolas que foram produzidas com material reutilizável ou biodegradável.

Isso obrigou esses estabelecimentos a cobrar essas sacolas, mesmo que por um custo bem baixo. O preço costuma ser por volta de 0,14, pode parecer pouco, mas se fizer a conta, no final do mês, é um dinheiro que fará falta.

Para não ter que gastar com sacolas, muitas pessoas passaram a usar a ecobag. Os estabelecimentos comerciais inclusive, começaram a vender esse produto de diferentes materiais. Por isso, podemos dizer que esse tipo de sacola reutilizável pode aliar a economia com a sustentabilidade.

A utilização de uma única ecobag pode substituir aproximadamente 8 sacolas de plástico. Isso é ótimo. Outro diferencial é em relação a sua durabilidade que pode ser de aproximadamente 5 anos.

Conheça algumas vantagens da utilização de ecobag

1 – Altamente resistentes

Uma das perguntas que a maioria das pessoas faz é se as ecobags são de fato resistentes. A resposta é sim! É possível colocar muito mais peso nela do que nas sacolas de plástico, por exemplo. Além de serem altamente confortáveis para serem transportadas.

2 – Econômicas

Na maioria dos mercados brasileiros como mencionamos acima, essas sacolas são pagas. Mesmo sendo poucos centavos, em um mês eles podem fazer a diferença no orçamento.

Fora o transtorno de tempo que se perde quando as compras precisam ser colocadas nas sacolas de plástico. A ecobag permite que você concentre todas as suas compras em apenas um único espaço.

3 – Confeccionadas em materiais naturais

Se o material que compõe a sua ecobag for algodão, é certeza que a sua durabilidade será muito grande. E o melhor de tudo não vai causar nenhum impacto no ambiente e ainda poderá ser reciclada ou até compostada quando não tiver nenhum produto químico.

4 – Versáteis

Se você acha que as ecobags devem ser utilizadas apenas para carregar as compras do mercado. Esquece! Existem modelos lindos, com um design totalmente arrojado e diferenciado que permite a sua utilização em diversos ambientes e situações. Você pode usar a sua ecobag no pic nic, na feira, no parque e onde mais tiver vontade.

5 – Influência positiva na vida de outras pessoas

A propaganda é a alma do negócio e muitas vezes nem precisamos falar nada, basta carregar uma ecobag para que ela desperte a curiosidade do observador. Ou seja, você sem querer pode se tornar uma influência positiva para quem te observa. Use a sua influência e inspire outras pessoas com boas ações como essas.

Artigo original: https://sustentavel.com.br/ecobag/

Economia circular: como criar um mundo onde o lixo não existe?

A existência de uma economia circular é um tema muito discutido atualmente que pode ser entendido de forma simples. Pense nos resíduos que são descartados diariamente na sua casa e que poderiam ser utilizados como insumos para produção de novos produtos no mercado. Pense também que, na natureza, todos os resíduos orgânicos que jogamos fora servem como adubo para a terra e as diversas árvores ao redor. Pensou?

A Economia Circular

Assim como você pensou, a principal idéia da economia circular é tirar o conceito de “lixo” que temos já formado em nossa cabeça e substituir por uma visão mais contínua e cíclica de produção, na qual os recursos deixam de ser somente explorados e descartados e passam a ser reaproveitados em um novo ciclo.

O principal motivo pelo qual essa idéia tem tudo a ver com sustentabilidade é que ela se inspira no mecanismo dos próprios ecossistemas naturais. Eles geram os recursos a longo prazo num processo contínuo de reaproveitamento e reciclagem. Dessa forma se une o modelo sustentável com a tecnologia e o comércio global.

Economia circular e logística reversa: o que difere?

A ideia da economia circular anda de mãos dadas com o conceito de logística reversa, já que a base da economia circular seria:

● reuso, por parte do próprio consumidor final;
● remanufatura, a reutilização que consiste nas etapas de desmontagem do produto usado, na limpeza de suas peças, na reparação ou substituição de peças danificadas e em testes de qualidade do produto;
● updating, no caso de produtos eletro-eletrônico;
● remontagem (do produto) que deverá apresentar perfeitas condições;
● reciclagem que em nível industrial é o processo de transformar resíduos ou produtos inúteis e descartáveis em novos materiais ou produtos de maior valor, uso ou qualidade.

A logística reversa, que é um conjunto de meios que leva a coleta e a devolução dos resíduos sólidos ao setor empresarial, está ligada às etapas de remanufatura e reciclagem na economia circular. Ambos esses conceitos estão diretamente ligados à responsabilidade que todos têm pelo ciclo de vida de um produto, para que ele seja reaproveitado em seu ciclo produtivo.

Cada setor envolvido no processo de produção tem um dever na logística reversa. São eles: consumidores devolverem produtos inutilizados em locais específicos; comerciantes instalarem locais para a devolução; indústrias retirarem os produtos e reciclá-los ou reutilizá-los; e governo promover conscientização para consumidores e fiscalizar as etapas.

E onde entra a compensação ambiental?

Para que o processo da formação de uma economia circular seja financeiramente viável é importante considerar a necessidade de custos específicos para cada etapa realizada. Há, então, a compensação ambiental que serve para acrescentar no valor final os custos sociais e ambientais da degradação que o empreendimento gera como um todo. Assim como o crédito de carbono. Ou seja, ela é um mecanismo financeiro para contrabalancear impactos ambientais, de suma importância para a realização da economia circular.

É possível notar que a economia circular não depende apenas das empresas e sim de todos os envolvidos no ciclo de vida de um produto, então, atitudes como a rotulagem ecológica de produtos, disseminação de informações sobre questões ambientais na mídia e cursos oferecidos pelas instituições de ensino são importantes para familiarizar a sociedade com a economia circular. Além disso, é necessário melhorar a eficiência no reaproveitamento de resíduos sólidos e na criação de produtos, aperfeiçoando a composição ou formato que possibilite que o material retorne para a cadeia produtiva.

Circular desde a criação

Um dos meios que podem ser utilizados pela economia circular é a metodologia de design C2C/Cradle to Cradle (do berço ao berço). Ela estabelece a criação de produtos, materiais, componentes e processos industriais por sistemas cíclicos aproveitando ao máximo seu valor. Medidas tomadas para minimizar impactos e reduzir danos através da eficiência de processos produtivos não são mais suficientes para lidar com as questões ambientais atuais, visto que a produção ainda extrai recursos, gerando resíduos (mesmo que em menor quantidade). Então, buscaram-se soluções que tornassem a indústria uma força positiva e não apenas menos destrutiva.

Na abordagem Cradle to Cradle, o processo é saudável e circular, ou seja, os resíduos são introduzidos novamente como nutrientes e, segundo este método, é possível que a natureza, economia e sociedade convivam em harmonia.

Um dos principais fundamentos é ter nutrientes como resíduos. Como isso seria possível? Os materiais e suas propriedades devem ser estudados por meio de um inventário que contém suas respectivas informações, sejam elas saudáveis ou não. Assim, as substâncias não tão benéficas seriam substituídas por outras que sejam positivas. Os produtos a serem usados também devem ser passíveis de se tornarem nutritivos para os metabolismos técnicos e biológicos, tendo um retorno seguro e nutritivo à biosfera. Além disso, outro fundamento importante é a utilização da fonte solar no máximo potencial do sistema Cradle to Cradle, já que é uma energia que entra constantemente e considerada renovável.

Sustentável, inclusivo e acessível

Para alcançar uma economia circular, finalmente, deve-se olhar para o contexto, para a necessidade dos usuários e saber trabalhar o potencial de cada situação, otimizando recursos e resultados. É importante manter os processos sempre inclusivos e acessíveis, além de sustentáveis, tornando-os justos para cada parte da cadeia produtiva.

Artigo original: https://blog.eureciclo.com.br/economia-circular-mundo-lixo-nao-existe

Salve o Ralph: a triste realidade dos animais usados em laboratório

O curta-metragem Salve o Ralph está dando o que falar. O filme está enternecendo o coração das pessoas pois trata do sofrimento que os animais passam nos laboratórios, quando usados como cobaias para testes.

O personagem principal é o coelho Ralph, que durante o transcorrer dessa animação é entrevistado para um documentário, contando como é a rotina dele como cobaia de laboratório.

Esse curta-metragem vem sensibilizando e comovendo as pessoas, a ponto mesmo de provocar choro.

A Humane Society International é a responsável por esta produção, que conta com um elenco internacional de estrelas. Entre estas, o ator Taika Waititi, ganhador do Oscar que faz a voz do coelho Ralph.

Na versão brasileira quem dubla o coelho Ralph e o célebre ator Rodrigo Santoro.

Campanha contra os testes em animais

O objetivo desse curta-metragem é promover uma campanha contra os testes em animais #liberdadesemcruldade

Para tal, evidencia a crueldade dessa prática, usando a história de Ralph que na verdade é o que acontece com inúmeros animais nos laboratórios do mundo inteiro.

O diretor da produção, Spencer Susser, deixa claro o objetivo do curta ao dizer:

“É muito importante que Ralph pareça real porque ele representa os incontáveis animais reais que sofrem todos os dias.”

Agora, segue o vídeo Salve o Ralph:

(AVISO: Suscetível de provocar abalo emocional)

https://youtu.be/AjdMtLF0Z6w

Artigo original: https://www.greenme.com.br/informarse/animais/80818-salve-o-ralph-curta-metragem/

Pesquisador lista risco de possíveis danos causados por produtos de limpeza

Produtos de limpeza possuem centenas de substâncias químicas com efeitos tóxicos conhecidos e outros problemas em potencial, segundo o pesquisador Tom Natan, da National Environment Trust, nos Estados Unidos (EUA). O efeito dos compostos químicos presentes nos limpadores se agrava por causa da maneira com que os produtos são empregados durante as faxinas domésticas. Usar limpadores em pequenas quantidades e em ambientes ventilados é um cenário ideal, mas, na prática, muitos produtos são usados na higiene domiciliar, e cada um cumpre uma tarefa específica. Um limpador é usado exclusivamente no espelho, um na privada, um para o piso, um na janela, outro para o ralo e ainda outros para tirar mofos e desengordurar superfícies.

Efeitos em nós e no planeta

O contato com todos esses compostos acumulados é superior ao que os fabricantes desses artigos projetam para a sua utilização, diz Tom Natan, engenheiro químico da organização não lucrativa National Environment Trust. Dentre os perigos dos produtos de limpeza a que estamos sujeitos por causa de uma exposição prolongada estão: danos a funções neurológicas e prejuízos ao sistema respiratório. Além de toxinas carcinogênicas presentes em alguns produtos.

O problema não acaba nas considerações sobre a saúde humana. O meio ambiente também pode ser prejudicado depois que a limpeza escoa pelo ralo. O descarte de fosfato contribui para a eutrofização em massas de água, por exemplo.

Faltam estudos confiáveis e informação geral sobre os níveis de segurança dos compostos químicos nos produtos de limpeza, diz Natan. Também não há dados suficientes para declarar que produtos verdes sejam mais seguros para a nossa saúde.

Uma das ações para mitigar os possíveis danos ao bem estar das pessoas e do lugar em que vivem é excluir substâncias químicas que possuam efeitos nocivos bem conhecidos do processo de fabricação dos agentes de limpeza. Empresas já estão trabalhando para garantir que os ingredientes usados em suas mercadorias não irão colocar os consumidores em risco nem contribuir para problemas ambientais, como o aquecimento global, a deterioração da camada de ozônio ou a poluição marinha e atmosférica.

Limpadores verdes

Produtos que seguem a linha sustentável agridem menos o meio ambiente, custam mais caro e requerem um pouco mais de trabalho para produzirem a mesma aparência de limpeza dos produtos convencionais. Mas a linha verde chega a níveis satisfatórios de higienização, inclusive em testes com as principais marcas do mercado. Sendo que os produtos que utilizam cloro são os únicos limpadores cuja eficácia ainda é muito superior em relação às opções verdes no mercado da limpeza.

Artigo Original

https://www.ecycle.com.br/component/content/article/9-no-mundo/1913-pesquisador-lista-risco-de-possiveis-danos-causados-por-produtos-de-limpeza.html

Ecologia Feminina

Você sabe o que é Ecologia Feminina?

Não é a toa que muito se ouve falar sobre simpatias da vovó e superstições de mães. Historicamente, a mulher possuí uma sensibilidade maior com a natureza há muitas gerações.

O planeta Terra é vista como a Grande Mãe/Gaia para culturas indígenas e maias. Assim como a relação materna, ela nos dá alimento, nutrientes e abrigo para que haja condições de nascer e florescer as mais diversas formas de vida. Ela é símbolo de fertilidade e criação. É nosso lar e fornece tudo que vem até nós. Ambas as mães são cíclicas e regidas por fases – do período menstrual, da lua e das estações.

Na América Latina, a Mãe Terra é reverenciada como Pachamama, porque possuí os poderes maternos (Mama) e doa alimentos no tempo e universo (Pacha). É a divindade honrada como Mãe das montanhas e dos homens, Senhora dos frutos, Guardiã contra pragas e geadas, Protetora nas viagens e Padroeira da agricultura.

Considerando a conexão com o meio ambiente, a Ecologia Feminina tem um forte viés de sustentabilidade, consumo consciente e saúde da mulher. A defesa desses ideiais depende diretamente das escolhas de cada pessoa todos os dias. Estas escolhas vão desde a compra de um produto na prateleira até a comida no prato. Aí fica demonstrada a tamanha necessidade de opções sustentáveis e orgânicas no mercado, cada vez mais preocupadas com o meio ambiente.

Além das semelhanças à Mãe Natureza, esse movimento surge da relação com a luta ecológica, principalmente nos grupos minoritários. No Congresso Latino-Americano de Ecologia Política realizado na UFBA, Antonia Mello – líder do movimento Xingu Vivo – destacou que os povos indígenas sempre defenderam a natureza como nossa grande casa. Além disso, as mulheres indígenas tem um papel essencial de plantio e colheita que as aproximam muito da terra.

A luta pela preservação do meio ambiente ganha espaço justamente porque o desmatamento e a poluição afetam diretamente a aproximação mulher-natureza. Para tanto, é preciso deixar de lado o preconceito em se falar de movimentos feministas. O Ecofeminismo é justamente para a proteção da mulher e da natureza, as quais estão correlacionadas e são responsáveis pela vida de todos nós.

Desta forma, maior parte da espécie humana parece ainda não compreender que sua sobrevivência depende diretamente da justiça pela igualdade social e da presevação do meio ambiente. Honremos e cuidemos das nossas mães, nossas razões de estarmos aqui.

Fontes:

http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/noticias/feminismo-e-ecologia-uma-questao-de-sobrevivencia/

https://bityli.com/jUudT

https://bityli.com/76d2i

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