Relatório de Sustentabilidade – Agosto 2021

Agosto também passou voando por aí? Apesar da rapidez, foi um mês pra lá de incrível e cheio de novidades que você pode encontrar no novo Relatório de Sustentabilidade da Onda Eco. Vem descobrir o que movimentou nosso mês, como uma nova cara para a política de privacidade, uma ação social maravilhosa e a certificação como Empresa B.

A ONDA É SER B. UMA EMPRESA B.

Estamos muito felizes em compartilhar essa novidade maravilhosa com vocês. A Onda Eco agora é certificada como uma Empresa B após uma avaliação rigorosa e detalhada feita pelo Sistema B que considera os impactos positivos e sustentáveis em diversas áreas: governança, meio ambiente, comunidade, clientes, trabalhadores e modelo de negócios. Usamos a força do mercado para dar soluções concretas aos problemas sociais e ambientais.

A pontuação mínima para a certificação é de 80 pontos e de máxima é 200, sendo 94.6 da Onda. Assumimos o desafio de melhorar constantemente, independente de nossa área de atuação e tamanho. Isso nos torna parte de um movimento global feito de empresas dispostas a transformar o futuro e a construir uma nova economia. uma economia pensada para o futuro, para a natureza e para as pessoas. Agora, a Onda é uma das 4000 empresas de 70 países, e uma das 200 empresas do Brasil que são melhores PARA o mundo.

O processo de certificação é uma declaração de que estamos dispostos a medir e gerenciar nossa empresa para além dos aspectos financeiros, sendo guiada por propósito, responsabilidade e transparência. Redefinimos o significado de sucesso olhando para a natureza e para as pessoas e declaramos um compromisso de aumentar nosso impacto positivo, passando por um novo processo de certificação daqui a três anos.

Você também faz parte desse movimento. Juntos somos a mudança. Juntos somos B.

Chegou na Onda: sabão ecológico em barra!

A Onda apresenta a vocês um projeto muito especial de incentivo ao impacto social positivo: a parceria com a cooperativa Mundo Mais Limpo.

A Onda Eco, mais do que uma marca, é um movimento, uma onda de pessoas que fazem o bem e se preocupam com o meio ambiente. Por isso, reconhecendo nossa oportunidade de atual lugar no mercado, decidimos nos colocar em um papel de porta-voz para dar mais visibilidade a projetos menores tão incríveis como a Onda. Porque acreditamos que, somente unidos, podemos verdadeiramente fazer a diferença que o mundo precisa.

Decidimos oferecer nosso site e Instagram como plataformas para a venda destes produtos, criados por projetos menores de comunidades mais vulneráveis, com a obrigatoriedade de preservar integralmente suas identidades, bem como o compartilhamento de suas histórias e objetivos.

Assim conhecemos a Cooperativa Mundo Mais Limpo, localizada em São Leopoldo no Rio Grande do Sul. É uma pequena sede formada somente por mulheres, que além de incentivar o empoderamento feminino, tem uma imensa preocupação com o meio ambiente. Aliás, foi por esse motivo que ela nasceu. O município sofreu com a contaminação de produtos químicos no esgoto e no Rio dos Sinos em 2015, o que ocasionou a morte de inúmeros peixes, bem como intoxicações de moradores.

Após as consequências devastadoras, um grupo de mulheres, que trabalhavam como voluntárias na cozinha de um colégio, decidiram se unir para dar vida a um projeto que pudesse contribuir com o meio ambiente e com a sociedade. Por não terem controle sob os químicos despejados pelas indústrias, resolveram engajar todos os moradores em um projeto mais acessível: dar uma nova destinação ao óleo de cozinha usado, transformando-o em sabão. As orientações são para reunir uma certa quantidade de óleo que foi usado e levá-lo até a sede da cooperativa.

O descarte incorreto do óleo pode causar inúmeros danos ao meio ambiente. No esgoto, com o passar do tempo, vira gordura sólida e entope as tubulações. No solo, pode infiltrar e contaminar ou deixar os lençóis freáticos impermeáveis, aumentando o risco de enchentes. Na água, não se mistura e fica na superfície, dificultando a entrada de oxigênio e luz solar e prejudicando os ecossistemas marinhos. Você sabia que 1 litro de óleo pode contaminar até 1 milhão de litros de água? Por fim, exposto ao sol, se decompõe e libera o gás metano na atmosfera. Esse gás é 21 vezes mais poluente que o gás carbônico e contribui em larga escala para o aquecimento global.

A onda é fazer ecologia, vendendo apenas produtos ecológicos que não serão prejudiciais ao meio ambiente e à saúde; é fazer economia, evitando a produção de mais embalagens e produtos e dando espaço para os que já existem; e por fim, é fazer eco, ecoando ideias do bem.

Atualização da Política de Privacidade

A Política de Privacidade foi criada de modo que venha a demonstrar o compromisso da empresa com a segurança e a privacidade das informações coletadas dos usuários do site. As informações coletadas nos auxiliam a sempre melhorar o site e enriquecer a experiência de navegação dos Usuários.

Temos o objetivo explicar aos usuários como seus dados e informações são tratados, armazenados e utilizados em nosso site. As informações dos usuários não serão fornecidas, publicadas ou comercializadas em quaisquer circunstâncias, exceto conforme previsto nesta Política de Privacidade.

Esta Política de Privacidade complementa os Termos e Condições do Site e quaisquer outros termos aplicáveis aos serviços da Onda Eco.

Política de Diversidade e Inclusão – Onda Eco

Diversidade e Inclusão: novo documento Onda indica tolerância zero com o preconceito.
Criamos e desenvolvemos a nossa Política para apresentar as diretrizes que representam o comprometimento da Onda Eco com a diversidade e inclusão de todas as pessoas. Nela, abordamos temas relevantes como a desigualdade de gênero e social, além de indicar atitudes que cada colaborador, fornecedor, estagiário e stakeholder da Onda deve adotar para evitar situações de preconceito. O objetivo é garantir um ambiente que proporcione desenvolvimento profissional e pessoal, assim como impulsionar um crescimento mútuo.
“Assim como a ética e a sustentabilidade, o respeito e o amor são valorizados e guiam os princípios internos da empresa”

Relatório de Sustentabilidade Onda Eco – Julho

O oceano irá conter mais plásticos do que peixes até 2050, se continuarmos com o ritmo de produção e consumo que temos hoje. Nós da ONDA queremos fazer a diferença e transformar essa realidade. Por isso, dedicamos essa edição do nosso Relatório de Sustentabilidade ao movimento “Julho Sem Plástico”. Gostaríamos de te convidar para fazer parte da mudança. Nós já colocamos em prática muitas iniciativas e queremos poder fazer mais pelo meio ambiente todos os dias. Essa é a nossa missão.

Por que você não deve recolher e levar pra casa as conchas do mar

As conchas que aparecem vazias na areia da praia, antes abrigaram seres vivos como moluscos e animais de corpo mole, servindo como carapaças protetoras ou esqueletos externos para eles. Mesmo vazias, elas ainda continuam desenvolvendo um papel importante para o equilíbrio do ambiente no qual se encontram. Veja por que não é uma boa ideia recolher e levar para casa as conchinhas do mar, por mais bonitinho ou inocente que este gesto pareça ser.

O carbonato de cálcio é um nutriente que faz parte da constituição das conchas. Estas são muito úteis ao meio-ambiente e ao ecossistema, pois têm diversas finalidades:

  • servem para promover a estabilidade do ambiente marinho;
  • servem como materiais para construção de ninhos de aves;
  • como substrato para as plantas marinhas;
  • de abrigo para as algas e de carapaça de proteção para os caranguejos-ermitões.

A remoção das conchas da praia altera, de forma prejudicial, os habitats marinhos, provocando os seguintes desequilíbrios:

  • diminuição dos organismos e seres que dependem das conchas;
  • aumento da erosão nas praias;
  • produz o impedimento do reaproveitamento do carbonato de cálcio pela vida marinha.

A retirada de conchas da praia tem causando impacto ambiental em várias partes do mundo. Um exemplo disso é a Espanha, que devido à excessiva retirada das conchas da praia. teve como consequência a diminuição dos peixes.

Para ampliar esse assunto, a Rádio Amazônia apresentou em seu programa Tarde Nacional – Amazônia, uma entrevista com a bióloga Camila Domit, da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza, para falar sobre a importância de conservar as conchas no ambiente, pois beneficiam a natureza e outros organismos.

Se cada turista levar uma ou mais conchas…

Ao andar à beira mar, tem épocas que aparecem várias conchas vazias na areia devido à ressaca do mar, e as pessoas as levam para casa, como uma espécie de recordação do passeio e da viagem. Entretanto a retirada das conchas da natureza, prejudica o ambiente natural.

Segundo a bióloga entrevistada, as conchas compõem a biodiversidade marinha, contribuindo para nutrir os seres vivos e para manutenção do ecossistema marinho.

A respeito disso, ela deu a seguinte explicação:

“A concha conforme vai se decompondo, contribui com o aumento da quantidade de carbonato e de cálcio no ecossistema marinho.

O carbonato de cálcio é essencial para a formação de ossos, para este fortalecimento, então vários organismos dependem do ciclo biogeoquímico desse composto pra composição de novos organismos.”

Façamos a seguinte análise, com centenas de pessoas frequentando e passando férias no litoral: se cada turista levar uma ou mais conchas da praia, isso reduzirá a incidência delas na areia, provocando desequilíbrio no meio aquático.

Por isso é importante a prática da educação ambiental e do turismo ecossustentável para termos contato com a Natureza, sem interferir e prejudicar sua biodiversidade.

Em vez de coletar a concha da praia para levar de recordação, tire uma foto da paisagem. Dessa forma você não irá causar danos à vida marinha.

Tóquio 2020/2021 – As Olimpíadas da Sustentabilidade

As Olimpíadas e Paralimpíadas Tóquio 2020 terão como conceito: “Seja melhor, juntos, para o planeta e as pessoas”. Assim, os benefícios dos jogos serão destinados não apenas aos esportistas, mas também ao meio ambiente, à sociedade e à economia.

Os jogos contarão com um Código de Compras Sustentáveis, que assegura a sustentabilidade em toda a cadeia de suprimentos, serviços e produtos licenciados. O pódio da cerimônia de premiação será impresso em 3D com plástico reciclado recolhido em lojas de varejo, escritórios e escolas, como parte de uma campanha educativa com foco no consumo responsável e reciclagem.

As medalhas serão feitas com a reciclagem de lixos eletrônicos descartados pela população japonesa. Mais de 6 milhões de telefones e quase 80 mil toneladas de aparelhos eletrônicos foram arrecadados, desmontados, fundidos e refinados para criar as variações de ouro, prata e bronze.v

A eletricidade usada nos jogos virá de fontes renováveis, como solar, biomassa e hídrica. As medidas de eficiência energética incluem a instalação apenas de luzes LED em todos os locais do evento.

O transporte de emissão zero também será usado, incluindo ônibus de célula de combustível, ônibus autônomos de bateria e empilhadeiras movidas a hidrogênio, que serão usadas para mover itens pesados ​​pelos locais olímpicos.
A tocha olímpica foi produzida com resíduos de alumínio de uma caixa temporária construída após o terremoto e tsunami de 2011. Os uniformes usados ​​pelos funcionários estão sendo feitos de poliéster derivado de garrafas recicladas.

A praça da vila olímpica está sendo construída com madeira de origem sustentável doada por autoridades locais em todo o Japão. Após os jogos, a madeira será reaproveitada como bancos públicos ou na construção de prédios públicos.

O sonho de Tóquio 2020 de ser os Jogos Olímpicos de menor emissão de todos os tempos se estende até onde os atletas dormirão: os colchões das 18 mil camas que serão utilizadas são de papelão reciclável.

Tudo isso faz parte de um esforço do Comitê Olímpico para reduzir a pegada de carbono do evento. Estima-se que os jogos do Rio de Janeiro de 2016 tenham emitido 4,5 milhões de toneladas de CO2. Os de Londres, em 2012, geraram 3,3 milhões de toneladas. Tóquio quer bater este recorde e prevê uma emissão de não mais que 2,93 milhões de toneladas de CO2.

O plano de Tóquio de fazer de 2020/2021 as “Olimpíadas verde” é um esforço do Japão pela realização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Ao apresentar modelos e soluções para desafios globais de sustentabilidade, o anfitrião espera, cada vez mais, envolver seus cidadãos nas questões de mudança climática na expectativa de que esses esforços continuem mesmo depois dos jogos.

Outros bons exemplos para seguir

Mas não é necessário um evento dessa magnitude para trazermos a sustentabilidade ao nosso dia a dia e nem é preciso que órgãos públicos liderem iniciativas em prol dessa bandeira. Todos nós podemos iniciar um projeto que ajude a reduzir os impactos no planeta. O melhor momento para isso? Agora. Onde? Aí mesmo, onde você está neste momento. Sustentabilidade é, acima de tudo, atitude e se nós não nos conscientizarmos, não teremos um futuro sustentável.

Pensando nisso, a Braskem em parceria com a Dinâmica Ambiental criou o Programa de Reciclagem de Copos Descartáveis, que fomenta a valorização de resíduos plásticos ao longo de toda a rede produtiva, incentiva o descarte correto e orienta organizações a instituírem melhores procedimentos de logística reversa para o destino correto de copos descartáveis após o seu uso.

Esses materiais são coletados nas empresas participantes, retornam para a indústria e, com o apoio das empresas CopobrasAltacoppoUnigel e Innova, são transformados em novos produtos, fortalecendo a economia circular. Educar as pessoas a fazer o certo pelo planeta é uma responsabilidade de todos. Entre em contato agora mesmo e saiba como trazer a sua empresa para o Programa de Reciclagem de Copos Descartáveis!

FONTE: https://www.pensamentoverde.com.br/im-green/toquio-2020-2021-as-olimpiadas-da-sustentabilidade/

Slow fashion: UMA X e Onda Eco se unem em lançamento ecológico

Uma collab de respeito (ao planeta)

por Carol Vosgerau Gusi

Que a moda e a sustentabilidade estão caminhando cada vez mais juntas, todos já sabemos. Seguindo essa tendência, a UMA X, marca liderada por Vanessa Davidowicz, primogênita da fundadora e designer da marca Raquel Davidowicz, lança uma linha trazendo design apurado, com muito significado, transparência, responsabilidade e relevância.

As peças são all-gender e, o mais interessante, o tingimento é feito por meio de um processo botânico, artesanal e ecológico exclusivo, resultando em um efeito tie dye. De acordo com a marca, cada peça leva 75 horas para ser tingida. Na etapa final da confecção, mais precisamente na lavagem realizada antes das peças irem para as araras, a UMA X contou com a participação da Onda Eco, marca de produtos de limpeza com fórmulas 100% naturais, biodegradáveis, hipoalergênicas e veganas.

(Foto: divulgação)

Essas características permitem manter o pH neutro e auxiliam na conservação dos tecidos, prolongando a vida útil das roupas. Além disso, evitam a eliminação de branqueadores ópticos, hidróxido de sódio, ácido sulfônico (derivado de petróleo) e controladores de pH agressivos, potencialmente prejudiciais ao meio ambiente. A coleção também irá contar com uma embalagem pensada para proteger as peças e preservar a estampa do contato excessivo com a luz solar.

O novo drop da UMA X já está disponível no e-commerce e nas lojas UMA de São Paulo e Rio de Janeiro. E para quem já é fã dos produtos da Onda Eco como eu, todas as peças da coleção acompanham um mini lava roupas. Se você ainda não conhece, essa é uma ótima oportunidade.

(Foto: divulgação)
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