Turismo pós-pandemia: “Roteiros veganos, petfriendly e sustentáveis são o futuro” diz especialista.

Viagens: "[O destino] tem que receber com excelência, não basta apenas tolerar os animais", diz Andrea. — Foto: Westend61/GettyImages

Para a viajante profissional Andrea Miramontes, do Lado B Viagem, “gastronomia é muito mais ampla do que só um animal no prato”, animais são como “filhos” e roteiros verdes são tendência.

À medida que o mundo vai, aos poucos, abandonando as máscaras e retomando uma certa normalidade, quem não sente vontade de fazer as malas e viajar sem se preocupar com o perigo invisível? Mas, se o mundo já não é o mais mesmo, o perfil de turistas também não. Para a “viajante profissional” Andrea Miramontes, novos hábitos à mesa e relações mais conscientes com os animais e o meio ambiente prometem desafiar o setor. “Roteiros veganos, petfriendly e sustentáveis são o futuro”, diz a especialista por trás do portal Lado B Viagem.

Ela fala com a bagagem de quem já rodou o mundo (e passou muito aperto) como jornalista atrás de boas histórias e que, nos últimos 9 anos, resolveu empreender, criando uma plataforma inédita para reunir roteiros veganos, petfriendly e sustentáveis. “Hoje, você pode perder um turista se tratar mal o cachorrinho dele ou se tirar um sarro porque ele é vegano ou vegetariano. E também pode perdê-lo se não tiver compromisso com a sustentabilidade”, garante.

Só no Brasil, o turismo acumulou perdas de mais de R$ 474 bilhões em dois anos de pandemia. Quem apostar em recepções e experiências que respeitem as pessoas, o ambiente e os animais sairá na frente nessa retomada, segundo ela. “O Brasil é um dos países que está despontando na comida vegana e na criatividade. Tenho me surpreendido muito com os restaurantes onde tenho ido, eu acho que estamos num caminho bom”, conta Andrea ao podcast Vida Sem Carne.

Para quem curte um turismo gastrônomico clássico, se informar sobre as ofertas de bares e restaurantes com opções de menu sem carne ou outros derivados de animais é regra de ouro. “Felizmente, muitos restaurantes e hoteis hoje estão se adaptando para essas novas demandas”, comemora Andrea, destacando que a gastronomia de um lugar vai muito além dos animais.

“São os temperos locais. São as frutas e vegetais. Você não perde experiência gastronômica, você transforma a sua experiência gastronômica ao tirar os animais do prato. Assim como a experiência cultural…ela vai além da comida, envolve dança, música, língua, o contato com as pessoas do local. A cultura é muito mais ampla do que só a gastronomia e a gastronomia é muito mais ampla do que só um animal no prato”, define.

Ver artigo completo em: https://umsoplaneta.globo.com/google/amp/podcast/noticia/2022/03/14/turismo-pos-pandemia-roteiros-veganos-petfriendly-e-sustentaveis-sao-o-futuro-diz-especialista.ghtml

Relatório de Sustentabilidade – Fevereiro

O relatório de sustentabilidade de fevereiro está muito especial. Nele contamos um pouco sobre nosso movimento de informar para conscientizar e a repaginada que foi feita nas mídias da Onda. Também contamos um pouco do clube Sou Onda e do item que os clientes receberam nesse mês. Em fevereiro deu Onda nas farmácias: estamos chegando em mais um ponto de vendas e nos tornando um movimento ainda maior!!!

Clique e confira o relatório completo:

Impactos da Expo Dubai para sustentabilidade mundial.

Pavilhão da Sustentabilidade engloba inovações tecnológicas para melhorar interação com o meio ambiente

O pavilhão de sustentabilidade recebeu, neste fim de semana, o seu milionésimo visitante. Um milhão de pessoas passaram por ali. E comemoraram este fato com um pacto muito grande nos hábitos de vida de muitas pessoas. O pavilhão demonstra os danos causados ao planeta e as maneiras pelas quais todos nós podemos fazer diferença, antes que seja tarde demais.

A mensagem está atingindo a intenção proposta, porque as pessoas fazem jogos, respondem perguntas, preenchem questionários virtualmente e 95% dos visitantes estão fazendo promessas de mudanças positivas. Promessas que vão desde ficar um dia sem comer carne até trocar o uso do carro por transporte público.

O milionésimo visitante foi um morador de Dubai mesmo. Ele foi visitar a feira com toda a família e um amigo. Eles foram agraciados com uma cesta de presentes, incluindo uma refeição no restaurante Mudra, que fica no terraço do pavilhão.

Todos os visitantes do dia receberam sementes de ghaf, a árvore nacional dos Emirados Árabes e, também, é um símbolo de tolerância.

O Dia Mundial de Vida Selvagem, que será na quinta-feira, 3, vai ser comemorado destacando as histórias de sucesso dos participantes dos Emirados Árabes Unidos para aumentar o nível de conscientização das pessoas sobre a importância que tem cada decisão que nós tomamos a favor do planeta.

Ver artigo completo em: https://gmconline.com.br/noticias/geral/expo-dubai/silvio-barros-expo-dubai-sustentabilidade/

Cientistas encontram microplásticos em recém-nascidos.

Como o bebê respira dentro do útero? - Diário de Biologia

“Um estudo na Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia descobriu fragmentos de microplásticos dentro da placenta humana e até mesmo em crianças recém-nascidas. Segundo os pesquisadores, é praticamente impossível impedir a ingestão deste material antes mesmo do nascimento.

Isso pode representar um risco enorme para as crianças, maior, inclusive, do que o perigo a que os adultos estão expostos. “É bem possível que as crianças estejam mais expostas aos microplásticos do que os adultos”, disse o neurocientista e autor principal do estudo, Kam Sripada.

O estudo ressalta a prevalência desses fragmentos no mundo e seus possíveis danos ao meio ambiente e à saúde humana. Porém, ainda faltam pesquisas que mostrem os efeitos dos microplásticos quando se trata da saúde de crianças, já que seu sistema imunológico ainda não está completamente desenvolvido.

Agora, Sripada e sua equipe pretendem usar suas descobertas para orientar médicos, cientistas e pais sobre qual a melhor forma de limitar a exposição dos pequenos a esses fragmentos de plástico. Contudo, diminuir essa exposição a zero é algo que está fora da realidade.

Porém, isso não quer dizer que não haja nada a ser feito para diminuir o tamanho do problema. Segundo a equipe, os pais podem limitar a quantidade de alimentos que os filhos ingerem que entram em contato com plástico em algum momento de sua cadeia produtiva. Porém, esse problema pode ser tornar um pouco menor com o uso de água e sabão.”

Ver artigo completo em: https://olhardigital.com.br/2022/02/11/medicina-e-saude/cientistas-encontram-microplasticos-em-recem-nascidos/

Greenwashing: o que é, como identificar, exemplos e mais!

Greenwashing: conheça a prática nem um pouco amiga do meio ambiente -  Festival da Sustentabilidade

Lavagem verde — essa é a tradução literal do termo em inglês greenwashing, que se refere a ações que parecem amigáveis ao meio ambiente, mas na verdade apenas vestem essa roupagem de sustentáveis.

O que é greenwashing na prática? “Greenwashing é quando uma empresa diz que é ambientalmente correta ou ecologicamente responsável por meio de um produto ou projeto, mas é mentira. Ou ainda não existem provas ou auditorias para tal afirmação”, explica Marcus Nakagawa, professor da ESPM e especialista em sustentabilidade.

Nakagawa lembra que, assim como acontece com empresas, é fundamental que haja transparência na esfera pública. “Os planos, metas e atividades precisam ser comprovados, auditados e monitorados por organizações e sociedade civil. Os governos são representações da sociedade e têm um poder muito grande de decidir o futuro dos países e do planeta e o quanto interferimos nos ecossistemas e nos seus fluxos”, explica. Para empresas, a tendência sobre sustentabilidade se mostra promissora.

Uma pesquisa feita pela Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial) com grandes empresas do Estado de São Paulo revelou que em 95% das agendas das organizações ouvidas o tema ESG [Governança ambiental, social e corporativa] é uma prioridade.

Para o especialista, não há mais como fugir do tema da sustentabilidade. “O debate com base em ciência faz parte da nossa jornada civilizatória. E a busca pela melhor qualidade de vida para todos os seres é urgente, sem deixar ninguém para trás”, diz.

Ver artigo completo em: https://www.uol.com.br/ecoa/ultimas-noticias/2021/12/04/o-que-e-greenwashing.htm

Booking lança selo de viagem sustentável.

Plataforma possui uma série de critérios que podem ser adotados pelas propriedades.

Booking.com Lança Novo Selo de Viagem Sustentável

A Booking.com acaba de anunciar o lançamento do selo ‘Viagem Sustentável’, cujo objetivo é fornecer informações importantes para todas as pessoas que desejam viajar de forma mais responsável com o meio ambiente. O selo está disponível para todas as propriedades que implementaram um conjunto de práticas e que cumprem o requisito mínimo de impacto para o destino em que estão. Afinal, de acordo com levantamentos da própria plataforma de viagem, 81% dos viajantes globais desejam se hospedar em uma acomodação sustentável no próximo ano e mais de dois terços (67%) dos viajantes esperam que o setor ofereça mais opções nesse sentido. A iniciativa é a primeira do tipo no setor e visa oferecer aos viajantes uma forma clara, consistente e fácil para identificar estadias mais sustentáveis, independentemente do destino que desejam conhecer.

Com base nos padrões já estabelecidos para acomodações sustentáveis, a Booking.com colaborou com especialistas do setor, para identificar um conjunto das práticas mais impactantes que uma propriedade deve considerar. São cinco áreas principais: lixo; energia e gases do efeito estufa; água; apoio às comunidades locais; e proteção à natureza. Atualmente, essa estrutura principal está dividida em 32 medidas ou práticas específicas de sustentabilidade que as propriedades podem implementar – desde a eliminação de produtos de higiene com embalagens descartáveis ou a mudança para lâmpadas LED, até o funcionamento da acomodação com fontes de energia 100% renováveis ou o investimento de certa porcentagem dos lucros na comunidade local e em projetos de conservação.

Durante a primeira fase do lançamento, o selo ‘Viagem Sustentável’ e uma visão geral das iniciativas de sustentabilidade da propriedade estarão disponíveis nas páginas das propriedades no app e no site da Booking.com, no mundo todo. À medida que o lançamento continua, o ícone ‘Viagem Sustentável’ também vai começar a aparecer nos anúncios das propriedades na página de resultados de pesquisa nas próximas semanas, junto com um filtro de Viagem Sustentável.

Ver artigo completo: https://ciclovivo.com.br/inovacao/negocios/booking-lanca-selo-de-viagem-sustentavel/https://ciclovivo.com.br/inovacao/negocios/booking-lanca-selo-de-viagem-sustentavel/

Chegou na Onda: sabão ecológico em barra!

A Onda apresenta a vocês um projeto muito especial de incentivo ao impacto social positivo: a parceria com a cooperativa Mundo Mais Limpo.

A Onda Eco, mais do que uma marca, é um movimento, uma onda de pessoas que fazem o bem e se preocupam com o meio ambiente. Por isso, reconhecendo nossa oportunidade de atual lugar no mercado, decidimos nos colocar em um papel de porta-voz para dar mais visibilidade a projetos menores tão incríveis como a Onda. Porque acreditamos que, somente unidos, podemos verdadeiramente fazer a diferença que o mundo precisa.

Decidimos oferecer nosso site e Instagram como plataformas para a venda destes produtos, criados por projetos menores de comunidades mais vulneráveis, com a obrigatoriedade de preservar integralmente suas identidades, bem como o compartilhamento de suas histórias e objetivos.

Assim conhecemos a Cooperativa Mundo Mais Limpo, localizada em São Leopoldo no Rio Grande do Sul. É uma pequena sede formada somente por mulheres, que além de incentivar o empoderamento feminino, tem uma imensa preocupação com o meio ambiente. Aliás, foi por esse motivo que ela nasceu. O município sofreu com a contaminação de produtos químicos no esgoto e no Rio dos Sinos em 2015, o que ocasionou a morte de inúmeros peixes, bem como intoxicações de moradores.

Após as consequências devastadoras, um grupo de mulheres, que trabalhavam como voluntárias na cozinha de um colégio, decidiram se unir para dar vida a um projeto que pudesse contribuir com o meio ambiente e com a sociedade. Por não terem controle sob os químicos despejados pelas indústrias, resolveram engajar todos os moradores em um projeto mais acessível: dar uma nova destinação ao óleo de cozinha usado, transformando-o em sabão. As orientações são para reunir uma certa quantidade de óleo que foi usado e levá-lo até a sede da cooperativa.

O descarte incorreto do óleo pode causar inúmeros danos ao meio ambiente. No esgoto, com o passar do tempo, vira gordura sólida e entope as tubulações. No solo, pode infiltrar e contaminar ou deixar os lençóis freáticos impermeáveis, aumentando o risco de enchentes. Na água, não se mistura e fica na superfície, dificultando a entrada de oxigênio e luz solar e prejudicando os ecossistemas marinhos. Você sabia que 1 litro de óleo pode contaminar até 1 milhão de litros de água? Por fim, exposto ao sol, se decompõe e libera o gás metano na atmosfera. Esse gás é 21 vezes mais poluente que o gás carbônico e contribui em larga escala para o aquecimento global.

A onda é fazer ecologia, vendendo apenas produtos ecológicos que não serão prejudiciais ao meio ambiente e à saúde; é fazer economia, evitando a produção de mais embalagens e produtos e dando espaço para os que já existem; e por fim, é fazer eco, ecoando ideias do bem.

Economia circular: como criar um mundo onde o lixo não existe?

A existência de uma economia circular é um tema muito discutido atualmente que pode ser entendido de forma simples. Pense nos resíduos que são descartados diariamente na sua casa e que poderiam ser utilizados como insumos para produção de novos produtos no mercado. Pense também que, na natureza, todos os resíduos orgânicos que jogamos fora servem como adubo para a terra e as diversas árvores ao redor. Pensou?

A Economia Circular

Assim como você pensou, a principal idéia da economia circular é tirar o conceito de “lixo” que temos já formado em nossa cabeça e substituir por uma visão mais contínua e cíclica de produção, na qual os recursos deixam de ser somente explorados e descartados e passam a ser reaproveitados em um novo ciclo.

O principal motivo pelo qual essa idéia tem tudo a ver com sustentabilidade é que ela se inspira no mecanismo dos próprios ecossistemas naturais. Eles geram os recursos a longo prazo num processo contínuo de reaproveitamento e reciclagem. Dessa forma se une o modelo sustentável com a tecnologia e o comércio global.

Economia circular e logística reversa: o que difere?

A ideia da economia circular anda de mãos dadas com o conceito de logística reversa, já que a base da economia circular seria:

● reuso, por parte do próprio consumidor final;
● remanufatura, a reutilização que consiste nas etapas de desmontagem do produto usado, na limpeza de suas peças, na reparação ou substituição de peças danificadas e em testes de qualidade do produto;
● updating, no caso de produtos eletro-eletrônico;
● remontagem (do produto) que deverá apresentar perfeitas condições;
● reciclagem que em nível industrial é o processo de transformar resíduos ou produtos inúteis e descartáveis em novos materiais ou produtos de maior valor, uso ou qualidade.

A logística reversa, que é um conjunto de meios que leva a coleta e a devolução dos resíduos sólidos ao setor empresarial, está ligada às etapas de remanufatura e reciclagem na economia circular. Ambos esses conceitos estão diretamente ligados à responsabilidade que todos têm pelo ciclo de vida de um produto, para que ele seja reaproveitado em seu ciclo produtivo.

Cada setor envolvido no processo de produção tem um dever na logística reversa. São eles: consumidores devolverem produtos inutilizados em locais específicos; comerciantes instalarem locais para a devolução; indústrias retirarem os produtos e reciclá-los ou reutilizá-los; e governo promover conscientização para consumidores e fiscalizar as etapas.

E onde entra a compensação ambiental?

Para que o processo da formação de uma economia circular seja financeiramente viável é importante considerar a necessidade de custos específicos para cada etapa realizada. Há, então, a compensação ambiental que serve para acrescentar no valor final os custos sociais e ambientais da degradação que o empreendimento gera como um todo. Assim como o crédito de carbono. Ou seja, ela é um mecanismo financeiro para contrabalancear impactos ambientais, de suma importância para a realização da economia circular.

É possível notar que a economia circular não depende apenas das empresas e sim de todos os envolvidos no ciclo de vida de um produto, então, atitudes como a rotulagem ecológica de produtos, disseminação de informações sobre questões ambientais na mídia e cursos oferecidos pelas instituições de ensino são importantes para familiarizar a sociedade com a economia circular. Além disso, é necessário melhorar a eficiência no reaproveitamento de resíduos sólidos e na criação de produtos, aperfeiçoando a composição ou formato que possibilite que o material retorne para a cadeia produtiva.

Circular desde a criação

Um dos meios que podem ser utilizados pela economia circular é a metodologia de design C2C/Cradle to Cradle (do berço ao berço). Ela estabelece a criação de produtos, materiais, componentes e processos industriais por sistemas cíclicos aproveitando ao máximo seu valor. Medidas tomadas para minimizar impactos e reduzir danos através da eficiência de processos produtivos não são mais suficientes para lidar com as questões ambientais atuais, visto que a produção ainda extrai recursos, gerando resíduos (mesmo que em menor quantidade). Então, buscaram-se soluções que tornassem a indústria uma força positiva e não apenas menos destrutiva.

Na abordagem Cradle to Cradle, o processo é saudável e circular, ou seja, os resíduos são introduzidos novamente como nutrientes e, segundo este método, é possível que a natureza, economia e sociedade convivam em harmonia.

Um dos principais fundamentos é ter nutrientes como resíduos. Como isso seria possível? Os materiais e suas propriedades devem ser estudados por meio de um inventário que contém suas respectivas informações, sejam elas saudáveis ou não. Assim, as substâncias não tão benéficas seriam substituídas por outras que sejam positivas. Os produtos a serem usados também devem ser passíveis de se tornarem nutritivos para os metabolismos técnicos e biológicos, tendo um retorno seguro e nutritivo à biosfera. Além disso, outro fundamento importante é a utilização da fonte solar no máximo potencial do sistema Cradle to Cradle, já que é uma energia que entra constantemente e considerada renovável.

Sustentável, inclusivo e acessível

Para alcançar uma economia circular, finalmente, deve-se olhar para o contexto, para a necessidade dos usuários e saber trabalhar o potencial de cada situação, otimizando recursos e resultados. É importante manter os processos sempre inclusivos e acessíveis, além de sustentáveis, tornando-os justos para cada parte da cadeia produtiva.

Artigo original: https://blog.eureciclo.com.br/economia-circular-mundo-lixo-nao-existe

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