Booking lança selo de viagem sustentável.

Plataforma possui uma série de critérios que podem ser adotados pelas propriedades.

Booking.com Lança Novo Selo de Viagem Sustentável

A Booking.com acaba de anunciar o lançamento do selo ‘Viagem Sustentável’, cujo objetivo é fornecer informações importantes para todas as pessoas que desejam viajar de forma mais responsável com o meio ambiente. O selo está disponível para todas as propriedades que implementaram um conjunto de práticas e que cumprem o requisito mínimo de impacto para o destino em que estão. Afinal, de acordo com levantamentos da própria plataforma de viagem, 81% dos viajantes globais desejam se hospedar em uma acomodação sustentável no próximo ano e mais de dois terços (67%) dos viajantes esperam que o setor ofereça mais opções nesse sentido. A iniciativa é a primeira do tipo no setor e visa oferecer aos viajantes uma forma clara, consistente e fácil para identificar estadias mais sustentáveis, independentemente do destino que desejam conhecer.

Com base nos padrões já estabelecidos para acomodações sustentáveis, a Booking.com colaborou com especialistas do setor, para identificar um conjunto das práticas mais impactantes que uma propriedade deve considerar. São cinco áreas principais: lixo; energia e gases do efeito estufa; água; apoio às comunidades locais; e proteção à natureza. Atualmente, essa estrutura principal está dividida em 32 medidas ou práticas específicas de sustentabilidade que as propriedades podem implementar – desde a eliminação de produtos de higiene com embalagens descartáveis ou a mudança para lâmpadas LED, até o funcionamento da acomodação com fontes de energia 100% renováveis ou o investimento de certa porcentagem dos lucros na comunidade local e em projetos de conservação.

Durante a primeira fase do lançamento, o selo ‘Viagem Sustentável’ e uma visão geral das iniciativas de sustentabilidade da propriedade estarão disponíveis nas páginas das propriedades no app e no site da Booking.com, no mundo todo. À medida que o lançamento continua, o ícone ‘Viagem Sustentável’ também vai começar a aparecer nos anúncios das propriedades na página de resultados de pesquisa nas próximas semanas, junto com um filtro de Viagem Sustentável.

Ver artigo completo: https://ciclovivo.com.br/inovacao/negocios/booking-lanca-selo-de-viagem-sustentavel/https://ciclovivo.com.br/inovacao/negocios/booking-lanca-selo-de-viagem-sustentavel/

Ações pelo clima: o planeta precisa, Curitiba está fazendo.

1,5 não mais que isso, é o que planeta tolera para os próximos anos. Curitiba sabe da sua responsabilidade e sabe que não existe planeta B. Por isso, é uma das cidades brasileiras que assinou o acordo internacional com a meta de reduzir em 50% das emissões de carbono até 2030 e zerar até 2050. São mais de 100 mil árvore plantadas por ano, investimento em energias limpas com a será a nova Usina Solar do Caximba, no transporte coletivo elétrico, na proteção das nossas águas e o acesso a água potável – Reserva Hídrica do Futuro. O planeta precisa, Curitiba está fazendo.

Ver notícia e vídeo completos em: https://www.curitiba.pr.gov.br/videos/acoes-pelo-clima-o-planeta-precisa-curitiba-esta-fazendo/5960

Lewis Hamilton – a vitória à base do veganismo

EXCLUSIVO: Dude e a obra-prima de Lewis Hamilton, o “homem”

REPÓRTER PERGUNTOU A LEWIS HAMILTON COMO ELE MANTÉM A ENERGIA:

“FOI UMA TRANSIÇÃO QUE VEIO JUNTO COM UMA ALIMENTAÇÃO À BASE DE VEGETAIS”

Lewis Hamilton, Piloto de Fórmula 1

“Nosso piloto vegano” mais vitorioso da história da F1, @lewishamilton , fez uma prova espetacular no Grande Prêmio de São Paulo 2021 no último fim de semana. 👏💚

Fazendo mais de 20 ultrapassagens nos dois dias da etapa, ele provou, mais uma vez, que a adoção do veganismo em sua vida, não apenas atendeu ao impulso natural que todos nós temos de sermos justos e benevolentes com os animais, mas também o possibilitou avançar mais em seu desempenho como um dos grandes atletas de todos os tempos.

Ver post original: https://www.instagram.com/p/CWWftCDr1J_/?utm_source=ig_web_copy_link

COP26: O que Brasil vai prometer e exigir na conferência sobre mudança climática

Sem presença de Jair Bolsonaro, delegação brasileira chega à Escócia com missão difícil: reduzir impacto negativo da política ambiental brasileira e, ao mesmo tempo, cobrar dinheiro de países ricos para projetos de redução do desmatamento.

Brasil vai oficializar objetivo de alcançar neutralidade de carbono em 2050, mas deve cobrar mais financiamento de países ricos a nações em desenvolvimento. — Foto: Reuters/Leonardo Benassatto via BBC
Brasil vai oficializar objetivo de alcançar neutralidade de carbono em 2050, mas deve cobrar mais financiamento de países ricos a nações em desenvolvimento. — Foto: Reuters/Leonardo Benassatto via BBC

O Brasil chega à mesa de negociações da COP26, a conferência das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, com uma missão difícil: tentar reduzir o impacto da imagem negativa criada pela política ambiental do governo Jair Bolsonaro e, ao mesmo tempo, cobrar mais financiamento de países ricos a nações em desenvolvimento.

Lideranças de mais de cem países vão se reunir em Glasgow, na Escócia, para discutir novos compromissos para garantir a meta do Acordo de Paris de manter o aumento da temperatura média da Terra em 1,5°C. O Brasil tende a ser alvo de pressões por causa da aceleração do desmatamento desde que Jair Bolsonaro assumiu a Presidência.

Enquanto o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, o premiê do Reino Unido, Boris Johnson, e diversas outras lideranças estarão presentes ao menos para a abertura da COP26 ou o final dos trabalhos, o presidente brasileiro não vai comparecer à conferência. A delegação vai ser liderada pelo ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite.

O Brasil vai apresentar como compromisso reduzir as emissões de gases do efeito estufa em 37% até 2025, em 43% até 2030 e vai oficializar o objetivo de antecipar em 10 anos, de 2060 para 2050, a neutralidade de carbono no país – quando todas as emissões são reduzidas ao máximo e as restantes são compensadas, por exemplo, com tecnologia de captura de carbono da atmosfera.

A outra promessa, já adiantada pelo presidente Jair Bolsonaro na Cúpula do Clima nos Estados Unidos, em abril, é zerar o desmatamento ilegal até 2030.

“Nosso propósito é atuar de maneira construtiva, queremos chegar a entendimentos. Não queremos assumir a responsabilidade de um fracasso de Glasgow. Temos dito isso aos britânicos”, disse à BBC News Brasil um dos integrantes da delegação brasileira na COP26.

Segundo essa fonte, o Brasil não vai emperrar as negociações, mas também não irá aderir a metas de redução de emissões em setores específicos da economia, como corte da emissão de metano na pecuária, promoção de um menor consumo de carne, ou prazo para transição de carro à gasolina para carro elétrico – compromissos que a União Europeia e o Reino Unido defendem.

O peso da imagem negativa

A dificuldade da delegação brasileira será convencer os demais países sobre a seriedade de seus compromissos ambientais, diante de dois anos consecutivos de aumentos no desmatamento da Amazônia.

Dados mostram que, no governo Bolsonaro, em 2020, o número de focos de incêndios em todo o território foi o maior em 10 anos; o volume de emissões de carbono em 2019 foi o maior em 13 anos, e o desmatamento da Amazônia atingiu o maior patamar desde 2008.

“Existe uma guerra contra o meio ambiente em curso no Brasil e vai ser difícil esperar que governos, negociadores, empresas, investidores acreditem em uma mudança radical de postura do governo brasileiro no último ano de mandato do presidente Bolsonaro frente ao que aconteceu nesses últimos anos”, diz o pesquisador e ambientalista Carlos Rittl, especialista em política pública da Rain Forest Foundation, ONG ambiental da Noruega.

Integrantes da comitiva brasileira ouvidos pela BBC News Brasil classificaram o ambiente de negociação na COP26 como “mais complexo”, “mais difícil” e “mais duro” para o Brasil, na comparação com conferências anteriores.

Mas os negociadores apostam em tentar demonstrar que, neste ano, principalmente após a saída do ministro Ricardo Salles do Meio Ambiente, o governo mudou de postura para adotar medidas de combate ao desmatamento.

“Não é simples, mas queremos procurar, na medida do possível, desfazer a percepção a nosso ver hoje equivocada – e eu sublinho hoje – de que nós não reconhecemos que existe um problema de desmatamento e que também não estamos tomando medidas concretas para conter o desmatamento”, disse um dos negociadores brasileiros à BBC News Brasil.

Como evidência de um resultado preliminar dessa “nova postura” do governo, serão mostrados dados de redução do desmatamento em agosto e setembro desse ano frente ao ano passado. No entanto, especialistas dizem que isso não é suficiente para apontar uma trajetória de queda.

“Todos os índices ambientais de clima no Brasil pioraram nos últimos dois anos e meio. As emissões aumentaram por dois anos consecutivos, o desmatamento na Amazônia aumentou por dois anos, os incêndios aumentaram dois anos seguidos, as invasões de terras públicas também”, destacou Marcio Astrini, secretário-geral do Observatório do Clima.

E o que o Brasil vai cobrar na COP26

A principal cobrança do Brasil será que países ricos definam regras claras para pagar os US$100 bilhões por ano prometidos a nações em desenvolvimento para projetos relacionados à contenção das mudanças climáticas. Para o Brasil, o governo quer ao menos US$ 10 bilhões em financiamento externo.

Os US$ 100 bi deveriam ser pagos todo ano de 2020 a 2025. Mas os países desenvolvidos já não cumpriram a meta de 2020 e faltam mecanismos que definam onde os recursos podem ser depositados e o formato de escolha dos projetos contemplados.

Em comunicado sobre a COP26 distribuído ao corpo diplomático brasileiro, a que a BBC News Brasil teve acesso, o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, afirma que cortar emissões em alguns setores da economia, sem compensações, seria “economicamente inviável”.

“Nós reconhecemos a necessidade de a meta global de neutralidade de emissões ser alcançada o quanto antes. No entanto, mitigar as emissões de algumas atividades é economicamente inviável ou fisicamente impossível no curto prazo”, escreveu o ministro.

“A redução imediata em alguns setores pode encarecer a energia e gerar escassez, tornando alguns serviços, produtos e, especialmente alimentos, mais caros pelo mundo.”https://tpc.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html

Segundo especialistas, esse discurso do ministro do Meio Ambiente indica que o Brasil vai se fiar à posição de grande produtor de alimentos, essencial para o abastecimento mundial, para reforçar a demanda por compensações dos países ricos à redução de emissões.

“O Brasil vai se empenhar em cobrar financiamento dos países desenvolvidos para países em desenvolvimento. Por duas razões: primeiro porque é legítimo países em desenvolvimento pedirem essa ajuda e porque o Brasil sabe que esse é o calcanhar de Aquiles das nações ricas”, avalia Marcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima.

“O Brasil e outros países em desenvolvimento podem dizer: ‘eu não cumpri isso, mas você também não fez sua parte'”, completa.

Ambientalistas concordam que os países ricos precisam assumir a responsabilidade de financiar o impacto climático em nações pobres e devem pagar os US$ 100 bilhões anuais, mas alertam que o Brasil pode acabar se beneficiando pouco desses recursos, porque a atual política ambiental do governo desperta desconfiança.

“Essa é uma COP em que financiamento é assunto importante. Espera-se que todos saiam da conferência sabendo de onde virão os US$ 100 bilhões por ano prometidos para apoiar países em desenvolvimento. Mas, definitivamente, esse recurso não vai ser destinado a quem caminha na direção contrária da conferência”, disse Carlos Rittl, especialista em política pública da Rain Forest Foundation, ONG ambiental da Noruega.

Crédito de carbono

Outro pleito do Brasil será a regulamentação do mercado de crédito de carbono. A ideia é que um país que exceda suas metas em determinado setor possa vender o excedente em forma de “crédito” para nações que não estejam alcançando as próprias metas.

A expectativa é que o Brasil defenda, durante a COP26, que créditos antigos de carbono produzidos pela indústria brasileira nos anos seguintes à assinatura do Protocolo de Kyoto, em 1997, possam ser negociados e reaproveitados. A validade desses créditos iria só até 2020, já que havia ficado estabelecido que a regulamentação do Acordo de Paris, assinado em 2015, estabeleceria novas regras para esses títulos.

“Esses créditos foram gerados sob um regime e agora esse regime mudou. A data de novo regime era 2020. Desde o Acordo de Paris, já se sabia que os créditos de Kyoto não seriam mais aceitos”, explicou Marcio Astrini, do Observatório do Clima,

“Mas a indústria brasileira tem muitos desses créditos que não chegaram a ser negociados e é um pleito dessas empresas tentar reaproveitar parte deles.”

Promessas do Brasil são ambiciosas?

Ambientalistas criticam o texto da Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) do Brasil, como é chamado o documento com compromissos climáticos que cada país submete à COP26. O Brasil havia apresentado uma NDC preliminar em 2015, antes da assinatura Acordo de Paris, que previa alcançar a neutralidade de emissões em 2060.

Em dezembro de 2020, submeteu uma NDC atualizada, incluindo um objetivo de curto prazo de reduzir em 37% as emissões até 2025 em relação aos níveis de 2005 e assumindo como meta a redução de 43% em 2030, o que antes era uma intenção. Ficou mantido no texto a neutralidade de carbono em 2060, mas posteriormente Bolsonaro disse, em discurso na Cúpula do Clima, nos Estados Unidos, que anteciparia a meta para 2050.

A redação da NDC foi amplamente criticada por ambientalistas por abrir brecha para a interpretação de que a neutralidade de carbono e as metas intermediárias de redução de emissões seriam condicionadas ao financiamento de países desenvolvidos. Isso porque a NDC revisada retirou do texto anterior trecho que dizia que o cumprimento das metas não dependiam de apoio internacional.

Além disso, como houve uma revisão técnica do total emissões no Brasil no ano base de 2005, o país poderá emitir de 200 milhões a 400 milhões de toneladas a mais de gás carbônico até 2030.

Para Marcio Astrini, do Observatório do Clima, o governo brasileiro deveria ter sido mais ambicioso nos percentuais de redução de emissões em vez de manter os patamares, o que permitirá emissões ainda maiores que as previstas antes do Acordo de Paris.

“O Brasil apresentou uma revisão da NDC que retroage, que vai, na prática, permitir até 400 milhões de toneladas de emissões a mais que o previsto na NDC preliminar, de 2015”, criticou.

Já integrantes da delegação brasileira argumentam que as promessas brasileiras são mais ambiciosas que as dos demais países em desenvolvimento.

“A China, por exemplo, que é o país hoje que mais polui, que mais emite gases de efeito estufa, disse que, a partir de 2030, vai iniciar um processo de redução de emissões. Então, até 2030, o país terá o direito de aumentar suas emissões”, observou um integrante da delegação.

Na queda de braço entre países ricos e em desenvolvimento sobre o nível de ambição que devem assumir, o temor é que as negociações travem. E se a meta de manter o aquecimento global em 1,5°C não for cumprida, o resultado vai desde o desaparecimento total de diversos países insulares à desertificações de florestas e mudanças radicais no dia a dia de todos.

Ler artigo original: https://g1.globo.com/meio-ambiente/cop-26/noticia/2021/10/31/cop26-o-que-brasil-vai-prometer-e-exigir-na-conferencia-sobre-mudanca-climatica.ghtml

Grafites criados com a força das árvores para representar o poder da mulher negra

Um artista brasileiro ganhou o mundo com obras que misturam urbanismo, natureza e representatividade negra. Fábio Gomes Trindade ficou conhecido (e muito) por suas artes nos muros de Trindade, cidade próxima à capital Goiana.

Sua arte de rua, que exibe retratos de mulheres e crianças, usando copas de árvores e arbustos como seus belos cabelos crespos. Um deles é baseado em uma foto da modelo Egypt Sarai, dos Estados Unidos. Na imagem, ela aparece com seus cabelos preenchidos pelas flores da árvore Primavera (ou Bougainvillea)

Mural de artista goiano faz sucesso internacional ao mesclar arte e  natureza - Revista Glamour | Must Share

São Paulo ganha mural feito com tinta que ajuda a limpar o ar como 750 árvores. As obras não passam despercebidas nem por quem passa pela Rua 6, no Conjunto Arco Íris, onde fica seu mural mais conhecido, nem por quem se depara com as criações pela internet. Seu trabalho foi compartilhado e curtido por personalidades negras como Viola Davis e Cardi B.

Assim, o trabalho de Fábio ultrapassou rapidamente as redes sociais em todo o Brasil e agora está se espalhando por todo o mundo.

As obras de Fabio podem ser vistas também na galeria em céu aberto localizada na Rua Belas Artes de Trindade, na Rua 202, setor Sol Dourado.

Ela cria grafites usando a força das árvores para representar o poder da  mulher negra | Hypeness – Inovação e criatividade para todos.

Artigo original: https://www.hypeness.com.br/2021/09/ela-cria-grafites-usando-a-forca-das-arvores-para-representar-o-poder-da-mulher-negra/

Relatório de Sustentabilidade – Agosto 2021

Agosto também passou voando por aí? Apesar da rapidez, foi um mês pra lá de incrível e cheio de novidades que você pode encontrar no novo Relatório de Sustentabilidade da Onda Eco. Vem descobrir o que movimentou nosso mês, como uma nova cara para a política de privacidade, uma ação social maravilhosa e a certificação como Empresa B.

Pesquisador lista risco de possíveis danos causados por produtos de limpeza

Produtos de limpeza possuem centenas de substâncias químicas com efeitos tóxicos conhecidos e outros problemas em potencial, segundo o pesquisador Tom Natan, da National Environment Trust, nos Estados Unidos (EUA). O efeito dos compostos químicos presentes nos limpadores se agrava por causa da maneira com que os produtos são empregados durante as faxinas domésticas. Usar limpadores em pequenas quantidades e em ambientes ventilados é um cenário ideal, mas, na prática, muitos produtos são usados na higiene domiciliar, e cada um cumpre uma tarefa específica. Um limpador é usado exclusivamente no espelho, um na privada, um para o piso, um na janela, outro para o ralo e ainda outros para tirar mofos e desengordurar superfícies.

Efeitos em nós e no planeta

O contato com todos esses compostos acumulados é superior ao que os fabricantes desses artigos projetam para a sua utilização, diz Tom Natan, engenheiro químico da organização não lucrativa National Environment Trust. Dentre os perigos dos produtos de limpeza a que estamos sujeitos por causa de uma exposição prolongada estão: danos a funções neurológicas e prejuízos ao sistema respiratório. Além de toxinas carcinogênicas presentes em alguns produtos.

O problema não acaba nas considerações sobre a saúde humana. O meio ambiente também pode ser prejudicado depois que a limpeza escoa pelo ralo. O descarte de fosfato contribui para a eutrofização em massas de água, por exemplo.

Faltam estudos confiáveis e informação geral sobre os níveis de segurança dos compostos químicos nos produtos de limpeza, diz Natan. Também não há dados suficientes para declarar que produtos verdes sejam mais seguros para a nossa saúde.

Uma das ações para mitigar os possíveis danos ao bem estar das pessoas e do lugar em que vivem é excluir substâncias químicas que possuam efeitos nocivos bem conhecidos do processo de fabricação dos agentes de limpeza. Empresas já estão trabalhando para garantir que os ingredientes usados em suas mercadorias não irão colocar os consumidores em risco nem contribuir para problemas ambientais, como o aquecimento global, a deterioração da camada de ozônio ou a poluição marinha e atmosférica.

Limpadores verdes

Produtos que seguem a linha sustentável agridem menos o meio ambiente, custam mais caro e requerem um pouco mais de trabalho para produzirem a mesma aparência de limpeza dos produtos convencionais. Mas a linha verde chega a níveis satisfatórios de higienização, inclusive em testes com as principais marcas do mercado. Sendo que os produtos que utilizam cloro são os únicos limpadores cuja eficácia ainda é muito superior em relação às opções verdes no mercado da limpeza.

Artigo Original

https://www.ecycle.com.br/component/content/article/9-no-mundo/1913-pesquisador-lista-risco-de-possiveis-danos-causados-por-produtos-de-limpeza.html

Ecologia Feminina

Você sabe o que é Ecologia Feminina?

Não é a toa que muito se ouve falar sobre simpatias da vovó e superstições de mães. Historicamente, a mulher possuí uma sensibilidade maior com a natureza há muitas gerações.

O planeta Terra é vista como a Grande Mãe/Gaia para culturas indígenas e maias. Assim como a relação materna, ela nos dá alimento, nutrientes e abrigo para que haja condições de nascer e florescer as mais diversas formas de vida. Ela é símbolo de fertilidade e criação. É nosso lar e fornece tudo que vem até nós. Ambas as mães são cíclicas e regidas por fases – do período menstrual, da lua e das estações.

Na América Latina, a Mãe Terra é reverenciada como Pachamama, porque possuí os poderes maternos (Mama) e doa alimentos no tempo e universo (Pacha). É a divindade honrada como Mãe das montanhas e dos homens, Senhora dos frutos, Guardiã contra pragas e geadas, Protetora nas viagens e Padroeira da agricultura.

Considerando a conexão com o meio ambiente, a Ecologia Feminina tem um forte viés de sustentabilidade, consumo consciente e saúde da mulher. A defesa desses ideiais depende diretamente das escolhas de cada pessoa todos os dias. Estas escolhas vão desde a compra de um produto na prateleira até a comida no prato. Aí fica demonstrada a tamanha necessidade de opções sustentáveis e orgânicas no mercado, cada vez mais preocupadas com o meio ambiente.

Além das semelhanças à Mãe Natureza, esse movimento surge da relação com a luta ecológica, principalmente nos grupos minoritários. No Congresso Latino-Americano de Ecologia Política realizado na UFBA, Antonia Mello – líder do movimento Xingu Vivo – destacou que os povos indígenas sempre defenderam a natureza como nossa grande casa. Além disso, as mulheres indígenas tem um papel essencial de plantio e colheita que as aproximam muito da terra.

A luta pela preservação do meio ambiente ganha espaço justamente porque o desmatamento e a poluição afetam diretamente a aproximação mulher-natureza. Para tanto, é preciso deixar de lado o preconceito em se falar de movimentos feministas. O Ecofeminismo é justamente para a proteção da mulher e da natureza, as quais estão correlacionadas e são responsáveis pela vida de todos nós.

Desta forma, maior parte da espécie humana parece ainda não compreender que sua sobrevivência depende diretamente da justiça pela igualdade social e da presevação do meio ambiente. Honremos e cuidemos das nossas mães, nossas razões de estarmos aqui.

Fontes:

http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/noticias/feminismo-e-ecologia-uma-questao-de-sobrevivencia/

https://bityli.com/jUudT

https://bityli.com/76d2i

Autora

O que é o Selo Vegano – SVB

O QUE É?

O Selo Vegano é um programa de certificação de produtos criado em 2013 e gerenciado pela Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB). Seja no ramo alimentício, químico (cosmético, limpeza e higiene) ou de vestuário, nós analisamos e certificamos produtos (não empresas) que atendam a três critérios:

• Produto sem ingredientes de origem animal *;
• Empresa não testa produto finalizado em animais **;
• Fabricantes fornecedores não testam os ingredientes em animais**.

*A possibilidade de presença não intencional de resíduos de origem animal nos produtos, não é um fator que impede o produto de obter a certificação Selo Vegano SVB. A análise e verificação deste critério inclui tanto a composição quanto o processo de fabricação (mesmo se o ingrediente não estiver na composição do produto final). Para saber mais, clique aqui.

**Considerando o período de carência, de no mínimo 5 anos para testes em animais para todos os produtos e ingredientes em processo de certificação.

QUAIS OS BENEFÍCIOS?

Entendemos que o nosso programa de certificação traz pelo menos três tipos de benefícios:

Para os consumidores:
• Facilidade na hora de identificar produtos veganos com segurança e sem a necessidade de ler e interpretar todos os componentes e descrições nas embalagens.

Para as marcas:
• Mais segurança da sua própria cadeia no que diz respeito a insumos veganos ou não veganos, bem como ao produto final;
• Maior probabilidade de venda do seu produto a 55% da população brasileira (ver seção “Mercado Vegano no Brasil”);
• Divulgação dos seus produtos nos canais e eventos da Sociedade Vegetariana Brasileira.

Para a causa:
• Incentivamos o desenvolvimento e qualificação das cadeias de fornecimento de insumos para indústrias a respeito de produtos veganos;
• Divulgação do conceito “vegano” em milhares de pontos de venda ao redor do país.

MERCADO VEGANO NO BRASIL

Seja por saúde, respeito aos animais ou preocupações ambientais, a demanda por produtos veganos está passando por um crescimento sem precedentes. Segundo pesquisa do IBOPE Inteligência (2018), 14% dos brasileiros se declaram vegetarianos – um crescimento de 75% em relação a 2012. Os não vegetarianos também geram demanda significativa por produtos veganos.

Segundo a mesma pesquisa de 2018, mais da metade dos brasileiros consumiria mais produtos veganos se estivessem melhor indicados na embalagem (55%) ou se tivessem o mesmo preço que os produtos que estão acostumados a consumir (60%).

Além disso, 63% da população gostariam de reduzir o seu consumo de carnes (Datafolha, 2017).

Saiba mais sobre o mercado vegano no Brasil.

INVESTIMENTO

O investimento para certificar produtos varia de acordo com diversos fatores, tais como quantidade de produtos, complexidade de composição, presença de insumos críticos, e porte da empresa. O piso da taxa anual de licenciamento atualmente é de R$ 850,00.

SOBRE A SVB

Fundada em 2003, a Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) promove o vegetarianismo como uma opção alimentar ética, saudável, sustentável e socialmente justa. Por meio de campanhas, convênios, eventos, fomento ao mercado, pesquisa e ativismo, a SVB realiza a conscientização sobre os benefícios do vegetarianismo, e trabalha para aumentar o acesso da população a produtos e serviços vegetarianos.

Quem avalia os produtos?

Os produtos são avaliados por uma comissão de colaboradores da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB), com auxílio de parceiros e outras organizações, de um escritório de advocacia, uma engenheira de alimentos e um técnico em calçados. A avaliação não se dá meramente por verificação documental da composição dos produtos, mas por extensa avaliação do processo de desenvolvimento e fabricação, incluindo possível contatos com fornecedores da empresa responsável pelo produto e, se, e quando necessário, análises laboratoriais e visitas à planta de produção.

Por que alguns produtos aparentemente veganos não possuem o selo na embalagem? Isso significa que eles não são veganos?

Naturalmente, o selo vegano da SVB não está presente em todos os produtos veganos do mercado brasileiro. Isso ocorre por diversas razões, incluindo a limitação da capacidade da SVB de acessar todos os fabricantes e comerciantes de tais produtos, a opção de parte dos fabricantes de não aderir ao selo e/ou pagar a taxa de licenciamento anual para isso, entre outras inúmeras razões.

Como e faço para que minha empresa tenha o certificado?

É preciso ter clara a ideia de que o selo não é concedido a uma empresa; ele é concedido a um produto. Uma empresa, mesmo que inteiramente vegana, pode solicitar certificação, mas ela será concedida produto a produto. A empresa, como um todo, jamais poderá usar o selo associando-o à empresa como um todo, mas apenas aos produtos cuja certificação foi concedida.Para uma empresa obter o selo para parte ou a totalidade dos seus produtos, ela deve seguir o passo-a-passo da certificação conforme explicado em seção própria

Para mais informações verificar site oficial

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