Relatório de Sustentabilidade – Março 2022

Nosso relatório de sustentabilidade de março ficou eco especial!

Contamos um pouco sobre a ação social que a Onda Eco participou, sobre a atualização do nosso kit Oceano (agora ele reúne todos os nossos queridinhos em um único Kit) e sobre como o nosso movimento de Onda Lovers está crescendo cada vez maior no Instagram ! Obrigada por entrarem na Onda com a gente!

Paraquedista lança mais de 100 milhões de sementes nativas na Amazônia.

Paraquedista Salta Com Mais De 100 Milhões De Sementes Na Amazônia -  Memeiros - Notícias, Fofocas e Famosos

“O paraquedista Luigi Cani, conhecido internacionalmente por ser 11 vezes recordista mundial, realizou mais um feito na carreira ao lançar mais de 100 milhões de sementes, de 27 espécies de árvores nativas, em área remota desmatada na Amazônia.

100 milhões de sementes, de 27 espécies de árvores nativas, todas beneficiadas e com índice germinativo superior a 95%. Quando liberadas estrategicamente pelo ar, essas sementes pousarão precisamente em uma região desmatada no coração da Amazônia. A partir daí, elas não mais precisarão de intervenções humanas, os ventos de camada, os ventos de solo, a chuva e o sol completam a missão”, comentou o paraquedista em uma publicação no Instagram.

Segundo Cani, foram 12 dias intensos e consecutivos de trabalho para realizar a missão. O projeto, que surgiu com o propósito de ajudar na restauração e preservação do meio ambiente, conseguiu coletar o total de 106 milhões de sementes para serem semeadas, pelo ar, na região amazônica. “O que vivemos durante esses 12 dias foi um aprendizado e uma experiência para dividir e inspirar gerações”, relatou Luigi Cani.

O salto foi transmitido no domingo, 27, no quadro “Cani nas Alturas“, do programa “Domingão“. Para realizar o feito, Luigi Cani teve que alcançar e abrir, em queda livre, uma caixa biodegradável contendo 300 quilos de sementes.

Primeiro, no entanto, o paraquedista realizou dois saltos-teste com o compartimento contendo arroz, que deram errado. O lançamento obteve êxito somente no terceiro pulo e as sementes foram despejadas do ar numa velocidade de aproximadamente 170 km/h.

Milhões de sementes nativas liberadas precisamente a 6.500 pés sobre uma região saudável para que os ventos de camada e de solo façam a semeadura com precisão de 2,5 quilômetros ao Norte dessa foto aonde está o desmatamento”, escreveu o paraquedista no Instagram.”

Ver artigo completo em: https://cultura.uol.com.br/cenarium/2022/03/30/190476_paraquedista-luigi-cani-lanca-mais-de-100-milhoes-de-sementes-nativas-na-amazonia.html

Ações pelo clima: o planeta precisa, Curitiba está fazendo.

1,5 não mais que isso, é o que planeta tolera para os próximos anos. Curitiba sabe da sua responsabilidade e sabe que não existe planeta B. Por isso, é uma das cidades brasileiras que assinou o acordo internacional com a meta de reduzir em 50% das emissões de carbono até 2030 e zerar até 2050. São mais de 100 mil árvore plantadas por ano, investimento em energias limpas com a será a nova Usina Solar do Caximba, no transporte coletivo elétrico, na proteção das nossas águas e o acesso a água potável – Reserva Hídrica do Futuro. O planeta precisa, Curitiba está fazendo.

Ver notícia e vídeo completos em: https://www.curitiba.pr.gov.br/videos/acoes-pelo-clima-o-planeta-precisa-curitiba-esta-fazendo/5960

As ideias da nova turnê do Coldplay e o futuro sustentável dos shows

A banda apresentou um plano de sustentabilidade para a sua turnê, propondo medidas em prol do meio ambiente que podem servir como um modelo dentro do show business.

Eles estão de volta: Coldplay confirma presença no Rock in Rio 2022 | VEJA  RIO

Em novembro de 2019, Chris Martin, vocalista do Coldplay, declarou em uma entrevista à BBC que suspenderia os shows internacionais ao lado da banda para “entender como as turnês poderiam ser não apenas sustentáveis, mas também ativamente benéficas”. Nos meses seguintes, enquanto o show business se movimentava no ambiente online durante a pandemia, o grupo trabalhou para encontrar novos meios de tornar suas apresentações mais sustentáveis.

A preocupação não é recente: o cantor é um dos embaixadores do Global Citizen, movimento que procura combater a pobreza e a miséria pelo planeta há anos e colabora na busca por soluções para diminuir o impacto ambiental, repensando não apenas as logísticas de seu trabalho, mas também a sua influência como artista para chamar atenção à causa ambiental.

Na semana passada, o quarteto britânico anunciou seu retorno aos grandes palcos com a “Music Of The Spheres World Tour”, turnê que tem início em 2022 e passará por países de todo o mundo — inclusive o Brasil, com uma apresentação agendada para o Rock In Rio no dia 10 de setembro. Além das datas, a banda divulgou várias medidas voltadas para a sustentabilidade de seus shows, o que pode indicar um futuro cada vez mais renovável para a música.

Uma turnê sustentável do Coldplay

Em um comunicado divulgado em seu site oficial, o Coldplay falou não só sobre a alegria de retornar aos palcos, mas também a importância de encontrar maneiras sustentáveis de se apresentar em 2022. “Planejamos essa turnê por anos, e estamos super animados em tocar músicas de todo o nosso tempo juntos”, declarou o grupo. 

“Ao mesmo tempo, estamos muito conscientes que o planeta está enfrentando uma crise climática. Então nós passamos os últimos dois anos consultando especialistas no meio ambiente para tornar essa turnê a mais sustentável possível, e, tão importante quanto, aproveitar o potencial da turnê para levar as coisas para frente. Não vamos acertar em tudo, mas estamos dispostos a fazer tudo que podemos e compartilhar o que aprendemos. É um trabalho em progresso e estamos realmente gratos pela ajuda que tivemos até agora.”

A banda desenvolveu um plano completo de sustentabilidade para a turnê, abrangendo questões desde os detalhes técnicos da realização dos shows até o transporte da equipe, com o intuito de trabalhar para reduzir as emissões de carbono em todas as etapas da apresentação a partir de três grandes objetivos: reduzir, reinventar e restaurar.

Cada proposta apresentada pelo grupo é pensada em torno desses três princípios, propondo alternativas sustentáveis para várias áreas que envolvem as turnês, como as fontes de energia, as viagens, a alimentação, a montagem dos palcos e a participação dos fãs. A principal ideia do grupo é não só adotar medidas benéficas para o meio ambiente, mas também incentivar o público a se envolver nas ações.

Confira algumas das ações que o Coldplay propõe para os seus shows a partir do ano que vem e que, a depender de seu êxito, podem ter um grande impacto nas formas de um artista se apresentar e servir até mesmo como um modelo para os próximos anos.

Redução da emissão de carbono

A principal meta do plano de sustentabilidade é reduzir a emissão de dióxido de carbono (CO2) de todos os shows pela metade em comparação à última turnê da banda, realizada entre 2016 e 2017. Todas as operações dos shows serão readaptadas para minimizar ao máximo as emissões em cada etapa da logística, evitando combustíveis fósseis e usando energia limpa e materiais que sejam sustentáveis sempre que possível, ao mesmo tempo que o grupo continuará a medir o impacto climático de suas operações.

As localidades da turnê foram organizadas de maneira a reduzir as viagens aéreas, embora ainda tenham lugares que a equipe deverá se locomover de avião. O quarteto afirma que, quando possível, usará veículos elétricos ou transportes com biocombustível; quando for necessário viajar de avião, o grupo disse que pagará uma taxa adicional para usar combustível de aviação sustentável (SAF, na sigla em inglês), feito de resíduos renováveis e com capacidade de reduzir as emissões de viagens aéreas em até 80% no decorrer de sua vida útil.

A banda admite, entretanto, que apesar dos melhores esforços, os shows inevitavelmente terão um impacto significativo. Por isso, o segundo principal objetivo da turnê seria reduzir uma quantidade de CO2 maior do que a que os shows produzem apoiando e financiando diversos projetos ambientais, relacionados ao reflorestamento, à conservação da natureza, à limpeza dos oceanos e à proteção da vida selvagem.

Para cada ingresso vendido, o Coldplay também se propõe a plantar uma árvore em localizações selecionadas pela equipe, como parte do projeto “One Tree Planted” em parceria com outros programas de reflorestamento pelo mundo — incluindo o Raízes do Mogi Guaçu, criado pela WWF Brasil no Rio Mogi Guaçu, na Mata Atlântica.

Novas alternativas para a energia dos shows

Uma apresentação com tantos efeitos pirotécnicos e visuais como a do Coldplay certamente demanda um grande gasto de energia elétrica, mas o grupo tem trabalhado em alternativas dentro de seus próprios shows, aproveitando-se dos estádios e também da audiência.

A equipe instalará painéis solares no palco, nos arredores e no piso dos estádios antes da entrada do público, de forma a guardá-la para usá-la próximo ao horário da apresentação. Além disso, a banda também afirmou que, quando possível, obterá 100% da energia por meio de fontes renováveis (o que justifica o início da turnê ser na Costa Rica, país onde 99% da energia elétrica é renovável) e abastecerá os transportes da equipe com HVO, combustível renovável conhecido como “diesel verde” que, quando consumido, é capaz de quase zerar a emissão de dióxido de carbono.

O grupo tem planos para prover eletricidade durante os shows. Logo após a entrada do público, a equipe instalará um piso cinético sobre o solo dos estádios para captar os movimentos da audiência ao longo das apresentações, convertendo-os em energia que será utilizada para abastecer o palco. A banda também anunciou que desenvolveu uma bateria móvel e recarregável em parceria com a BMW, usando componentes de baterias recicláveis BMW i3 para abastecer os shows a partir de energia renovável e as realimentando ao final de cada noite.

O quarteto tem ideias para mitigar o impacto ambiental em relação à montagem dos palcos e os preparativos dos shows. No plano, a banda afirmou que os palcos serão construídos de materiais reusáveis (como bambu e aço reciclado) que possam ser reaproveitados ao longo da turnê, enquanto as telas LED, os sistemas de som, de laser e de iluminação serão substituídas por equipamentos que reduzam em até 50% o consumo de energia. Os confetes serão 100% biodegradáveis e as pulseiras LED, uma tradição das apresentações do Coldplay, serão produzidas de materiais vegetais totalmente compostáveis, e os componentes eletrônicos reutilizados nos próximos anos.

Por fim, as logísticas por trás da alimentação e das vendas da “Music Of The Spheres World Tour” também foram repensadas. A banda disponibilizará água gratuitamente nos shows em copos reusáveis de alumínio, deixando de lado as garrafas de plástico e incentivando os fãs a levarem garrafas reutilizáveis. Já os alimentos à venda serão providos por fornecedores locais ou fazendas que trabalhem com agricultura regenerativa; os cardápios terão opções vegetais e veganas como padrão, e todo o lixo orgânico proveniente da alimentação será compostado sempre que possível.

Todos os produtos comerciais da turnê, como roupas e acessórios, serão feitos de material sustentável e livre de plástico. O grupo também exigirá aos vendedores que provem seu compromisso ético, incluindo salários justos entre os funcionários e boas condições de trabalho.

A turnê de 2022 servirá como uma base para o Coldplay avaliar as medidas, visando melhorá-las para os próximos anos e incentivando outros artistas a adotarem o mesmo protocolo em suas apresentações. Tendo em vista que shows de música ao vivo podem ter um impacto significativo no meio ambiente, o plano de sustentabilidade para a banda pode ser um modelo a ser seguido e aperfeiçoado no show business diante do momento de urgência que o planeta vive.

Leia o artigo original: https://tracklist.com.br/coldplay-nova-turne-shows-sustentaveis/120316

Grafites criados com a força das árvores para representar o poder da mulher negra

Um artista brasileiro ganhou o mundo com obras que misturam urbanismo, natureza e representatividade negra. Fábio Gomes Trindade ficou conhecido (e muito) por suas artes nos muros de Trindade, cidade próxima à capital Goiana.

Sua arte de rua, que exibe retratos de mulheres e crianças, usando copas de árvores e arbustos como seus belos cabelos crespos. Um deles é baseado em uma foto da modelo Egypt Sarai, dos Estados Unidos. Na imagem, ela aparece com seus cabelos preenchidos pelas flores da árvore Primavera (ou Bougainvillea)

Mural de artista goiano faz sucesso internacional ao mesclar arte e  natureza - Revista Glamour | Must Share

São Paulo ganha mural feito com tinta que ajuda a limpar o ar como 750 árvores. As obras não passam despercebidas nem por quem passa pela Rua 6, no Conjunto Arco Íris, onde fica seu mural mais conhecido, nem por quem se depara com as criações pela internet. Seu trabalho foi compartilhado e curtido por personalidades negras como Viola Davis e Cardi B.

Assim, o trabalho de Fábio ultrapassou rapidamente as redes sociais em todo o Brasil e agora está se espalhando por todo o mundo.

As obras de Fabio podem ser vistas também na galeria em céu aberto localizada na Rua Belas Artes de Trindade, na Rua 202, setor Sol Dourado.

Ela cria grafites usando a força das árvores para representar o poder da  mulher negra | Hypeness – Inovação e criatividade para todos.

Artigo original: https://www.hypeness.com.br/2021/09/ela-cria-grafites-usando-a-forca-das-arvores-para-representar-o-poder-da-mulher-negra/

Relatório de Sustentabilidade – Setembro 2021

Onda lovers, a edição de setembro foi dedicada ao assunto que merece nossa prioridade: a saúde! Clique aqui e confira o depoimento de dois renomados profissionais da área de medicina e psicologia a convite da Onda. Precisamos organizar o nosso planeta, nossa casa e nossa mente. Isso é sustentabilidade!

Além disso, mergulhe no esporte com os surfistas Noah e Lukinhas. A conexão com a natureza nos aproxima ainda mais dela. Por isso, vem aí um spoiler: vamos compensar as emissões de gases em 2020 medidas com base no Inventário de Gases de Efeito Estufa. Fique ligado!

Para os pais e mães de pet: temos uma nova parceria com o portal de notícias Meio Sustentável com dados alarmantes sobre a saúde dos nossos bichinhos!

Por fim, mas o que já era esperado: o sabão em barra Mundo + Limpo é sucesso! Nossos clientes amaram a eficiência tanto quanto a história desse produto. Limpar assim fica muito mais gostoso…

Por hoje é só, e até mês que vem (comemorando o aniversário da Onda!!!) 🙂

Refugiados climáticos: 17 milhões de pessoas na América Latina poderão ser forçadas a migrarem até 2050

Relatório do Banco Mundial alerta que, ao todo, 216 milhões de pessoas poderão ter que deixar suas regiões por causa das alterações do clima.

O Banco Mundial publicou um alerta preocupante sobre os efeitos das mudanças climáticas na vida dos seres humanos já para os próximos anos: 216 milhões de pessoas em seis regiões do mundo, incluindo a América Latina, poderão ser forçadas a se mudarem de seus países até 2050 para fugirem de eventos climáticos adversos.

De acordo com o relatório “Groundswell”, publicado no dia 13 deste mês pelo Banco Mundial, as pessoas serão forçadas a se mudarem das suas regiões por causa, principalmente, de:

  • Escassez de água
  • Diminuição da produtividade no campo como um todo
  • Temperaturas muito elevadas (estresse térmico)
  • Aumento do nível do mar, o que levará a perda de terras
  • Eventos climáticos extremos, como tempestades

A região mais afetada deverá ser a África Subsaarinana, concentrando quase 40% dos migrantes climáticos (86 milhões) das próximas três décadas. Na sequência aparece o Leste Asiático e Pacífico, com 22,6% (49 milhões) das futuras migrações do tipo.

A América Latina também é classificada como área de alerta, de onde deverão sair 17 milhões de migrantes climáticos até 2050, mais de 7% do total para o período. Demais populações que deverão sofrer com as alterações do clima estão no Sul da Ásia, Ásia Central, África do Norte e a Europa Oriental.

O vice-presidente de Desenvolvimento Sustentável do Banco Mundial, Juergen Voegele, aponta que os mais afetados pelas mudanças climáticas já são e continuarão sendo os mais pobres do mundo, justamente “aqueles que menos contribuem para suas causas”.

Porém, ele lembra que os efeitos do aquecimento global são sentidos por todos.

“Os impactos das mudanças climáticas são cada vez mais visíveis. Acabamos de viver a década mais quente já registrada e estamos vendo eventos climáticos extremos em todo o mundo, com mudanças no clima da Terra ocorrendo em todas as regiões”, diz Voegele.

O Relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas também apontou a América Latina como área de preocupação para as mudanças climáticas nas próximas décadas. Entre as projeções para a América do Sul estão:

  • Crescimento na duração das secas no Nordeste brasileiro;
  • Redução nas chuvas no Nordeste da América do Sul (Nordeste do Brasil) e Sudoeste da região (Chile e sul do Peru).
  • Crescimento da seca, da aridez e/ou das queimadas no sul da Amazônia brasileira e em parte do Centro-Oeste.
  • Número de dias com temperaturas máximas superiores a 35°C na Amazônia aumentarão em, no mínimo, 60 dias por ano até o final do século (podendo passar de 150 dias em um cenário mais extremo);
  • Mudança no regime das monções no sul da Amazônia brasileira e em parte do Centro-Oeste, com atraso nas chuvas torrenciais;

Janela de oportunidade

Apesar dos alertas, o documento conclui que, caso os países em todo o mundo adotem medidas imediatas para reduzir as emissões globais dos gases de efeito estufa, apoiar o desenvolvimento sustentável e restaurar seus ecossistemas, os fatores que impulsionam a migração climática poderão ser reduzidos em até 80%. Ou seja, a migração climática poderá ser reduzida para 44 milhões de pessoas em 2050.

Autor: Laís Modelli, G1

Para acessar o artigo original, clique: https://g1.globo.com/natureza/noticia/2021/09/13/refugiados-climaticos-17-milhoes-de-pessoas-na-america-latina-poderao-ser-forcadas-a-migrarem-ate-2050.ghtml

A ONDA É SER B. UMA EMPRESA B.

Estamos muito felizes em compartilhar essa novidade maravilhosa com vocês. A Onda Eco agora é certificada como uma Empresa B após uma avaliação rigorosa e detalhada feita pelo Sistema B que considera os impactos positivos e sustentáveis em diversas áreas: governança, meio ambiente, comunidade, clientes, trabalhadores e modelo de negócios. Usamos a força do mercado para dar soluções concretas aos problemas sociais e ambientais.

A pontuação mínima para a certificação é de 80 pontos e de máxima é 200, sendo 94.6 da Onda. Assumimos o desafio de melhorar constantemente, independente de nossa área de atuação e tamanho. Isso nos torna parte de um movimento global feito de empresas dispostas a transformar o futuro e a construir uma nova economia. uma economia pensada para o futuro, para a natureza e para as pessoas. Agora, a Onda é uma das 4000 empresas de 70 países, e uma das 200 empresas do Brasil que são melhores PARA o mundo.

O processo de certificação é uma declaração de que estamos dispostos a medir e gerenciar nossa empresa para além dos aspectos financeiros, sendo guiada por propósito, responsabilidade e transparência. Redefinimos o significado de sucesso olhando para a natureza e para as pessoas e declaramos um compromisso de aumentar nosso impacto positivo, passando por um novo processo de certificação daqui a três anos.

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